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domingo, 26 de maio de 2013

RESUMÃO DA SEMANA

GALO CAMPEÃO MINEIRO 2013: O CHORORÔ DO HINO.

O galo conquistou seu 42º título estadual, reafirmando sua hegemonia em Minas Gerais.
Sim, foi um jogo abaixo daquilo que estamos acostumados a ver, como vimos no primeiro jogo, em vários jogos no próprio estadual, além, claro, na Libertadores.
Mas, o melhor de tudo foi o chororô maria após o jogo.
Primeiro, o grito da torcida, em apoio, modinha como lhes é de costume, ao time, que foi abafado pelo Hino do Galo, tocado em alto e bom som, em homenagem aos campeões, que rendeu inúmeras reclamações, pelos que consideraram uma ofensa tocar o hino do adversário em seus domínios.
Isso é só a prova de que o Mineirão é da Minas Arena, que nele faz o que quiser e que o crucru é, apenas, mero locatário do espaço, e que o contrato de parceria, nada mais é, que um contrato de utilização/locação por condições mais favoráveis.
De parceria, aquilo lá não tem nada!
Pelo contrário, pois, qualquer outro time que quiser se tornar "parcerio" pode. O Galo é que não quis, pois tem na BWA/Independência, verdadeira parceria.
O jogo mostrou, finalmente, que a tão falada parceria não render nada mais que renderia a elas o que o edital de licitação do mineirão já determinava. É a única interpretação cabível das patéticas reclamações da diretoria azul, na pessoa de seu diretor de futebol, Carequinha Barbosa.
Finalmente está aparecendo a verdade sobre essa "parceria": de que o cruzeiro se fudeu por simples vaidade. A vaidade de dar uma "resposta" ao presidente Kalil, quando fechou contrato com o Mineirão por 25 anos, só para falar que joga no maior estadio de MG, e não no acanhado independência.
Se assim não fosse, se a parceria estivesse realmente dando dinheiro, não seria um hino que iria colocar tudo a perder...


GALO CAMPEÃO MINEIRO 2013: A INCITAÇÃO À VIOLÊNCIA

Quando a gente acha que elas já suportaram humilhação suficiente, depois de estarem invictas, perderem o título da forma como perderam, ainda ficamos sabendo das manobras de bastidores, pedindo punição a Ronaldinho, por causa do "caso da granada".
Meu Deus! Que pensamento pequeno...
O dia que imitar uma metralhadora atirando, ou lançar uma granada imaginária foi incitação à violência, podemos acabar com o futebol no Brasil e no Mundo.
Futebol é isso: é zoação, é brincadeira! Não é jogo de tênis, em que o ponto é comemorado com aplausos. Se for assim, a graça do futebol já era.
E quem se achar ofendido por causa disso, e surtar agredindo quem estiver na sua frente com camisas do Atlético, ou de qualquer outro time adversário, que seja preso e punido. É só isso que se espera para findar os atos de violência.
Se assim for, aquela encenação de uma guerra medieval, ontem, na final da UEFA, é o maior caso de incitação da violência.
Sejamos honestos: quem se sente apto a agredir terceiros por causa da granada imaginária do Ronaldinho, tem problema mental, e deve ser afastado do convívio social, pelo bem da sociedade como um todo...


GALO x TIJUANA

Uma partida abaixo da média, foi esta do Galo contra o Tijuana.
E uma série de fatores contribuiu para isso: o cansaço da viagem longa, logo após a final do mineiro; o gramado sintético, que jamais deveria ter sido permitido pela FIFA (da Comenbol, nem precisamos comentar...) e até o próprio sentimento do time de resolver o jogo quando bem quiser.
No fim, o jogo serviu para vermos que também temos limitações, que alguns jogadores, efetivamente, estão no limite para disputar uma competição como a Libertadores, que não podemos dar mole para o azar, e ainda, mas o melhor de tudo, é que não desistimos jamais.
Há um tempo atrás, um resultado parcial como esse, de 2x0, até 20min do segundo tempo, seria a senha para que o time se diminuísse e apenas torcesse para o fim da partida.
Tardelli e Ronaldinho disseram isso claramente: não desistiremos nunca. E foram lá e arrancaram um empate que, diante das regras do campeonato, foi ótimo para nós, pois voltamos a depender apenas de nós mesmos, contra um adversário que, na casa deles, só tem como arma(dilha) o campo em que joga. Aqui em BH, o ritmo será outro, e a vitória, mas, principalmente, a classificação, é questão de tempo, pois confio na superioridade técnica de nosso time.
Aproveitar aqui e agradecer ao pessoal do Bartatta, que nos recebeu para o jogo e ainda permitiu nosso bandeirão tornasse o lugar ainda mais atleticano.



COMEÇA O CAMPEONATO BRASILEIRO

O Galo inicia sua caminhada no Campeonato Brasileiro hoje, contra o Coritiba, na capital paranaense.
E vai de mistão, visando preservar alguns jogadores. Tá certo, neste momento, por causa, mais do desgaste da viagem de volta do México, que por causa do adversário em si.
Tudo bem que o Coritiba não é um time qualquer do Campeonato Mineiro, ocasião em que o mistão do Galo deu conta do recado.
Mas é preciso ter em conta os exemplos recentes dos times que, visando a Libertadores, abandonaram o Brasileirão e, no fim, suaram para se livrar de uma posição incomôda na tabela, ou não conseguiram se classificar para a própria Libertadores no ano seguinte.
Se formos campeões da Libertadores, essa "omissão" pode até ser perdoada. Do contrário, sabemos que essa chatíssima torcida irá chiar...
Mas, mesmo que o objetivo seja o título da Libertadores, vencer o Brasileirão também tem que ser nosso objetivo, não só para a conquista do título em si, e a alegria da torcida, mas como meio de reafirmação do CAM no cenário nacional. E mais, serve ainda de efeito, pois, quanto mais alto se mira, mais alto se vai.
Amanhã comentaremos se o mistão deu certo, e se podemos contar com ele nos próximos jogos.


FUTFANATICS

E você, ao contrário do time do Galo em Tijuana, não precisa passar aperto para conseguir sua camisa do Galo. Basta acessar o site do FutFanatics e comprar, sem dor de cabeça, sua camisa do Atlético. Simples e rápido, sem passar raiva no trânsito, com despesa de estacionamento, etc.
Aproveita o fim deste texto e passa lá: www.futfanatics.com.br

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

UMA CELEUMA CHAMADA INDEPENDÊNCIA - 3

O assunto Independência ainda tá rendendo.
Confira o nosso último comentário acerca do assunto, desta vez no Galonautas, clicando aqui ou na nossa coluna no www.galonautas.com.br 
Acelera Galo!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

UMA CELEUMA CHAMADA INDEPENDÊNCIA - 2

Continuou rendendo a notícia sobre o contrato do Galo com a BWA que garante uma parcela do rendimento obtido pelo administrador do Independência. E nesse meio tempo, uma batelada de informações desencontradas, e muitas vezes incorretas, além de acusações de vários lados, muitas delas injustas e calcadas em boatos, inclusive de "ícones" do jornalismo nacional, sem falar de jornalistas rastaqueras, umbilicalmente ligados ao mundo azul, foram publicadas nos diversos meios de comunicação e mídias. Mas, ao fim do dia, em entrevista ao programa Bastidores da Rádio Itatiaia, acredito que o Presidente Alexandre Kalil conseguiu esclarecer tudo o que havia para ser esclarecido sobre o contrato,acabando por confirmar aquilo que o próprio João Vítor Xavier já havia dito ontem mesmo: o contrato é de parceria para exploração comercial e não de coadministração do estádio leiloado pelo Estado. E, de acordo com os termos do contrato, um contrato de sociedade em conta de participação, entre o CAM e a BWA, com o fim único de exploração comercial do estádio, à razão de 50% de participação de cada um, com previsão de distribuição dos lucros na mesma proporção. E ponto! Não há no contrato qualquer vinculação formal, de constituição de empresa com fins de administração do bem conhecido pelo Governo do Estado, conforme previsto no edital. Somente isso já seria suficiente para esclarecer todas as dúvidas que ainda pairavam, mas que ainda não foi suficiente para isso, com muitos dizendo que as cláusulas existentes no contrato poderiam invalidar o edital (e parece que já tem gente trabalhando pra isso...) Contudo, não acredito que isso possa acontecer, dada a clareza do contrato e dos termos do edital que, se no final ainda se mostrarem contraditórios entre sio, podem, apenas, serem adaptados, de modo que se adeguem sem quaisquer outras punições a quem quer que seja. E todos já estão cientes disso, sendo que todas as manifestações se mostrem como um chororô de quem ficou de fora da distribuição do filé e vai ter que ficar com o osso. E, óbvio, não estamos falando do América. O América tem todos os seus direitos inicialmente previstos no edital garantidos no contrato do CAM e BWA, pois caberá a esta o cumprimento das normas do edital, tanto assim que destinou a Galo participação de 50% nos seus 90%, já que, pelo edital, os 10% são do Governo e do América. E como íamos dizendo, o América tem 5% do lucro da BWA, e agora, com a freqüência da torcida do Galo, esses 5% serão sempre maiores que o mínimo de 150mil garantido por contrato. Quer coisa melhor? Só se fizésse um acordo nos mesmos moldes do Galo, o que o próprio América sabe não ter força econômica. Já em relação ao cruzeiro, o chororô é porque elas não tem a menor idéia do que pode acontecer, nem com o Independência nem com o Mineirão. E a perspectiva de ter que pagar para jogar no Independência, cuja expectativa era usar de graça, ou quase de graça como vinha acontecendo com o Mineirão, ainda mais nessa fase financeiramente conturbada, aliada ao fato do sentido de ter sido passado pra trás pelo arquirrival, torna tudo mais complicado, psicologicamente falando. Daí o porque de todas as frases de efeito e ameaças veladas dos membros da direção azul, apoiada, incrivelmente, por boa parte da imprensa. O estranho é ver que a imprensa, inclusive a de SP, questiona o acordo entre CAM e BWA sem saber direito orquestra acontece por aqui, mas, estranhamente, não questiona o acerto que viabilizou o itaquerão para o gambárinthians. A verdade é que o contrato, pelo que pude ver e analisar, não contém os vícios que estão dizendo por aí, e o que o Kalil, sua Diretoria e, especialmente, seu Departamento Jurídico, fizeram um excelente trabalho, e novamente, esta Kombi rende as devidas homenagens, pois, certamente, os frutos financeiros disso são muito rentáveis e, em sendo colhidos, sejam bem utilizados. Esperamos que esse papo chato sobre validade do contrato se encerre, e que o futebol dentro das quatro linhas volte à atenção de todos!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

UMA CELEUMA CHAMADA INDEPENDÊNCIA

A notícia bombástica de João Vítor Xavier, na Itatiaia, no fim da Turma do Bate Bola, e no Bastidores, e que praticamente acabou com a festa do Troféu Guará, de que o Galo "comprou" o Independência, já criou muito mais confusão que podíamos imaginar.
Ao vivo, no Bastidores, Kalil negou o contrato, Marcus Salum quase infartou, Gilván, com sua incrível batata quente na boca, quis puxar o saco e nos chamou de coirmãos, todos dizendo que o edital de concessão do Independência não permite que clubes estejam na administração de estádios oriundos da ADEMG.
Mas, de acordo com o João Vítor, nada disso vai acontecer. Ele foi bem claro em dizer que a BWA venceu o edital, e vai administrar o estádio, conforme determina o edital, e agora, já na condição de administrador, firmou uma parceria para ter os jogos do Galo no Independência.
O contrato da BWA com o América, que todos fizeram questão de dizer que foi muito bom, e é mesmo, garante um percentual do lucro da empresa, com valor mínimo de R$150mil por mês, já que tudo dentro do estádio era da BWA: comida, bebida, até o picolé que o Kalil tanto falou, estacionamento, etc.
E como a BWA teria algum lucro, se o estádio somente recebesse jogos do América? A princípio, até o fim da Copa do Mundo, não haveria problemas, pois todos os clubes jogariam lá!
Mas, e depois? A BWA estaria numa ferrada danada! Como ter lucro com um time que põe em campo, no máximo 3mil pessoas por jogo!?
A solução, claro, era o Galo e sua torcida, que vai a campo e consome muito, até porque, se o sócio-torcedor seguir os padrões do do Inter, parte dos ingressos serão vendidos, com preferência aos sócios, ainda haverá renda com a venda de ingressos.

E, de acordo com a informação do João Vítor, o Galo e a BWA vão ficar com a maior parte, sendo que o Estado de Minas Gerais e o América ficarão com a menor parte, mas terão suas partes respeitadas, nos exatos termos do que garante o edital.
E é isso!
Não haverá administração do estádio pelo Galo. A administração será da BWA. Ponto! Edital cumprido pelas partes.
A questão é mercadológica. A BWA precisava de alguém que fizesse, efetivamente, fazer o Independência dar lucro com o futebol, e não apenas com outros eventos, como shows, sermões da montanha, Axés e afins! Sim, porque, fora esses eventos, como dissemos anteriormente, o futebol é só o América, pelo menos a partir de 2014, e por mais 25 anos...
Só que, para ter o nome de um grande clube que possa lhe garantir essa renda/lucro, teve fazer várias concessões, sendo a principal é a participação na renda de tudo o que for comercializado no estádio e relativamente a ele.
E essa possibilidade já havia sido expressamente negada pelo Governo do Estado, que garantiu aos clubes, incluído a zona azul, PARTE da renda do estacionamento e dos ingressos. E só! Por isso, o acordo com a BWA se mostra muito mais interessante economicamente.
É claro que o dono do estádio pode fechar as parcerias que bem entender, desde que mantenha com quem lhe concedeu o direito de exploração, no caso, Minas Gerais e o América. Se isso for cumprido, e parece que sim, nenhum problema vai haver e a torcida do Galo já pode comemorar a antecipadamente a nova casa.
Foi isso que entendi de tudo isso, e por isso não vejo, do ponto de vista jurídico, apenas com essas informações, que pelo visto foram efetivamente obtidas no contrato, não tem qualquer implicação na norma do edital.
Bom, resolvida a questão da regularidade do negócio, vamos à análise do acordo.
Já vi gente na minha TL no Twitter e no Facebook escamando o Kalil, dizendo que pensar no Independência é pensar pequeno e, claro, muita mariada despeitada, dizendo que o Mineirão é delas...
Quanto a elas, ledo engano. Vão alugar o estádio, e só.
Quanto ao negócio com a BWA, e muita gente questionando o acordo, pelo tamanho do campo, pela possibilidade de público que o Galo sempre leva, e tal...
Só que, faça as contas: qual é a média de público do Galo nos últimos anos? Para se ter uma idéia, na melhor campanha recente do Galo, em 2009, nossa média foi de 20.518 torcedores. Cabe no independência. E ainda, nossa média de arrecadação foi de R$ 293.152,50. Ou seja, média de ingresso de R$14,28. Hoje, o ingresso já é de R$20,00. E pela média de público, de uma boa temporada, cabe no Independência. Essas informações foram obtidas aqui.
E, com esse "pouco" espaço pra torcedor, o sócio-torcedor vai fazer o Galo ter renda, com ou sem público, e não vai haver necessidade de venda de ingressos. Sem falar nas outras rendas que irão, diretamente, para o Galo, como dissemos acima, desde o picolé até shows na Arena.
Diante disso, a jogada de Kalil e da Diretoria foi de mestre. Isso ninguém pode negar. Esta Kombi vem criticando veementemente a administração Kalil no futebol, e levando com ceticismo a administração geral do Clube.
Mas esse contrato, acaso seja confirmado mesmo, é uma prova incontestável da competência da administração do Clube, e será a marca da administração Kalil, a melhor jogada já feita por um dirigente no futebol mineiro, o xeque mate incontestável. E nós somos obrigados a reconhecer isso.
Vamos aguardar o desenrolar dos fatos, que a meu ver, tem tudo para acontecer, mesmo debaixo de uma avalanche de críticas e processos judiciais, mas que no final só servirá para atrasar o Galo a por na mão na grana.
Por fim, sugiro, o nome batismo da estádio: sem "arena", sem "do galo", sem "BMG" ou "MRV".
Sugiro:
RINHA DO CARIJÓ


EM TEMPO:  fui alertado por um leitor aqui, e de fato há um erro na média de público do Galo no brasileiro de 2009, que foi de 38.761 nos jogos como mandante, com uma arrecadação média de R$554.164,37. O link da apuração é esse aqui. De toda forma, isso não muda a idéia do post de viabilidade da utilização do Independência e do programa sócio torcedor, pois, mesmo com esses "novos" números, a média do preço do ingresso permanece em R$14,29, sendo que hoje, para o mineiro, já é de R$20,00, e com o sócio torcedor a tendência é aumentar a arrecadação.