1. A RODADA
Se o objetivo da CBF foi tentar prejudicar a liderança do Galo, com a chance do Vasco assumir a ponta, pelo adiamento da nossa partida contra o Flamerda, a CBF deu com os burros n'água. Afinal, com o empate do Vasco, que manteve a sina de ser segundo, e agora, novamente, só depende de nós manter a liderança a partir de nossas vitórias contra o Coritiba nesta quinta e contra o próprio Vasco no próximo domingo.
Quem sabe assim calamos os críticos e, definitivamente, fixamos nosso nome do rol dos pretendes ao título!?
Se o objetivo da CBF foi dar uma mãozinha para os urubus se organizarem, nas mãos de Dorival Jr., aí, só a rodada de meio de semana poderá dizer. Embora eu acredite que isso não será possível...
2. ADIAMENTO DO JOGO CONTRA O FLAMENGO
A desculpa para o adiamento do jogo contra o Flamengo, no último sábado, foi o péssimo estado do gramado do Engenhão. Ok, até aí, tudo bem. Muito já se falou sobre a possibilidade de se marcar a partida para o mesmo dia 04/08 em outro lugar, mas, agora, deixa pra lá... A questão é: se o pedido do Botafogo foi de suspensão dos jogos por 15 dias, porque o próprio Botafogo vai mandar seus jogos no Engenhão e, porque o nosso jogo contra o Flamíngua, remarcado para 26/09, foi designado para Volta Redonda.
Novamente, podemos suscitar a possibilidade de ajudinha da CBF aos clubes do Rio...
3. INGRESSOS E GALO NA VEIA
Mais uma vez a torcida do Galo mostra sua paixão e acaba com os ingressos de jogos consecutivos postos a venda. Isso aí já é matéria pronta. Tem jogo do Galo, pode saber que vai ter procura por ingressos. E, mais uma vez, a notícia é da quantidade de gente na fila que, no final, termina sem ingresso. Os problemas de sempre se repetem: cambistas, abusos na fila preferencial, o famoso jeitinho brasileiro.
Nesse ponto, como falamos no Galocast gravado ontem, já era hora do Galo, junto com a Ingresso Fácil e a BWA (que são sócias numa empresa de venda de ingressos) possibilitar a venda de ingressos pela internet. Se não todos os lugares, pelo menos uma parte deles. Evitar o sofrimento, e muitas vezes, a humilhação, do torcedor, é dever do clube.
E na segunda-feira tivemos a notícia do encerramento das vendas do programa Galo Na Veia, que atingiu a a totalidade dos lugares. Que o programa seria sucesso, ninguém duvidava, apesar do ritmo lento de adesões. É verdade que o preço mensal assustou muita gente, mas ao longo do tempo muitos viram os benefícios que o programa proporciona, e que agora representa importante fonte de renda ao clube. O que os torcedores, de modo geral, precisam parar de fazer, especialmente nas redes sociais, é tentar criar uma divisão entre os integrantes e os não integrantes do programa, sob a alegação de serem mais ou menos torcedores, a partir de sua adesão ou não ao Galo Na Veia, ou à sua opção de optar por outros locais do estádio. O fato de alguém ter o Galo Na Veia, não o faz mais atleticano por ter condições de pagar o preço, assim como, o fato de alguém optar por ir nos setores Magela do Independência, não o faz mais atleticano por ir no setor do "povão". Até porque, conheço gente que tem condições de comprar o Galo Na Veia e não comprou, assim como conheço gente que não tem condições de comprar o sócio torcedor, mas comprou, só pela certeza de poder acompanhar o Galo, em qualquer circunstância. Isso é uma bobagem, que tem parar entre os torcedores. Agora é esperar o lançamento de outro programa, para os demais setores do estádio
4. A DENÚNCIA DO KAJURU
Jorge Kajuru, polêmico jornalista, que fez as mais diversas denúncias, e ofensas, aos mais diversos personagens do futebol e da imprensa brasileira, e só ganhou processos judiciais por isso, atacou novamente, dizendo existir um complô de Ricardo Teixeira contra o Galo. De acordo com ele, Ricardo Teixeira teria dito a Eurico Miranda e a Reinaldo, que enquanto Alexandre Kalil estiver nos quadros diretivos do Atlético, e ele estiver na CBF, o Galo não ganhará nada.
Kajuru disse que ouviu isso em off de Eurico Miranda durante uma entrevista feita para seu programa Kajuru Entrevista, assim como Reinaldo lhe teria confidenciado a mesma coisa, ocorrida durante um jantar oferecido por Ricardo Teixeira aos vereadores de Belo Horizonte, após receber o título de cidadão honorários de BH, proposto pelo próprio Reinaldo.
Na minha modesta opinião, isso não poderia ter sido divulgado em pior hora, e pode servir para atrapalhar nossa atual campanha.
Volto a frisar: o momento não poderia ser pior, nessa fase de paz que o Atlético vive, dentro e fora de campo. Como bem disse Cosme Rímoli em seu blog, a fase é ótima, pois o time está bem montado, boas contratações foram feitas, as contratações postas em dúvida (Ronaldinho e Jô) estão dando resultados, Cuca se tornou mais confiante, deixando suas superstições de lado, e, o mais importante, Kalil tem ficado quieto, calado, nem parecendo o falastrão e crítico que sempre foi, deixando os holofotes para aqueles que fazem o espetáculo.
Uma "denúncia" desta só serve para dar ibope ao cara, pois, tudo o que se refere ao Galo, é notícia e dá ibope, vende!
O próprio Alexandre Kalil já disse que não tem nada disso, que depois de sua visita na CBF, logo após sua posse, todas as diferenças foram resolvidas. O Atlético até renovou com a Globo, para 2017! Ou seja, parece que tudo está resolvido.
E, depois das declarações de Kalil, o próprio Kajuru já soltou em seu perfil no twitter que Kalil é sábio, e se está calado é porque sabe como o jogo deve ser jogado, pois bobo ele não é.
Como disse meu amigo João Paulo no twitter (@JohnnyBiguTunai): se o Kajuru já sabia disso, desde que Reinaldo lhe contou, porque só veio divulgar isso agora!?
Por isso, proponho a todos os leitores deste blog, passageiros da Kombi no twitter e no Facebok, para deixar isso de lado e esquecer completamente que isso foi divulgado.
O momento agora é outro! Um momento totalmente diferente na vida do Galo e de todos os Atleticanos!
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terça-feira, 7 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
CAMPEONATO DO DESCRÉDITO
O adiamento do jogo entre Flamengo e Atlético, inicialmente previsto para amanhã 03/08/12, além de garantir inquestionável privilégio ao time carioca, como sempre, serve também para jogar o campeonato brasileiro no total e completo descrédito.
Uma decisão casuística, resolvida em momento inoportuno e que tem o claro objetivo de privilegiar um clube que, historicamente, sempre teve questionáveis eventos que lhe foram favoráveis.
Não precisamos nem repetir a arbitragem de José Roberto Wright, em 1980 e 1981, justamente contra o nosso Galo, passando pelos inúmeros julgamentos, no mínimo estranhos, no STJD, até os comentários maliciosos e favoráveis proferidos por todas, não só pela Globo, emissoras de televisão.
Muitos jornalistas criticaram a decisão de adiar o jogo do Galo, sob o fajuto argumento do estado do gramado do Engenhão, local inicialmente designado para a partida, justificando que as demais partidas que ali seriam realizadas tiveram suas datas mantidas, o que é correto, mas defenderam a inexistência de um complô armado pela CBF contra o CAM.
Ora, pode até não haver um complô orquestrado, previamente resolvido, contra o Galo, mas que tudo isso é, no mínimo, muito estranho, é!
Isto porque, historicamente, o Atlético é um forte rival da CBF.
E mais recentemente, passou a ser também dos clubes que mamam nas tetas "beneficentes" da Globo e da CBF, numa luta que tem, apenas, o intuito de melhorar a vida financeira de todos clubes, e obter a tão sonhada autonomia econômica, o fim da dependência dos recursos da TV.
Certamente, com isso, não há por parte do órgão máximo do futebol brasileiro, o equivalente bom tratamento dado aos demais clubes.
E a nota oficial do Flamíngua, apoiando e agradecendo a decisão da CBF, só faz a coisa toda cheirar ainda mais mal.
A decisão de adiar o jogo, como dissemos, somente serve para beneficiar o Flamerda, que vem passando por péssimo momento no campeonato com evidente risco de rebaixamento, e na vida, com telefones cortados, novas ações judiciais, e até notícia de que a alimentação dos funcionários foi suspensa durante uns dias, tudo por falta de pagamento. Dá ao time da TV um suspiro, uma chance de fazer com que o novo treinador dê uma cara a esse amontoado de jogadores, e no fim, serve para cortar o embalo dos jogadores atleticanos, e colocar pressão sobre o nosso elenco, caso os demais resultados nos sejam desfavoráveis.
E para piorar, a nova data deverá ser, exatamente, na semana que antecede ao clássico contra as smurfetes, contra as quais estamos engasgados desde o fim do ano passado.
Na verdade, tudo isso é apenas a repetição, na cara mais dura, de tudo aquilo que já assistimos nos últimos 50 anos de futebol brasileiro. Ou alguém acha que tais privilégios foram extintos. NUNCA! Foram, no máximo, reduzidos, realizados nas sombras, mas cujos fantasmas de vez em quando aparecem...
É assim desde os tempos de João Havelange, continuados por seu ex-genro, Ricardo Teixeira, perpetuado por José "medalha" Marin, e que, provavelmente, assim continuará sendo com Marco Polo Del Nero, atual vice presidente da CBF e futuro presidente.
Mudam-se os atores, mas o filme continua, e continuará, ruim...
Uma decisão casuística, resolvida em momento inoportuno e que tem o claro objetivo de privilegiar um clube que, historicamente, sempre teve questionáveis eventos que lhe foram favoráveis.
Não precisamos nem repetir a arbitragem de José Roberto Wright, em 1980 e 1981, justamente contra o nosso Galo, passando pelos inúmeros julgamentos, no mínimo estranhos, no STJD, até os comentários maliciosos e favoráveis proferidos por todas, não só pela Globo, emissoras de televisão.
Muitos jornalistas criticaram a decisão de adiar o jogo do Galo, sob o fajuto argumento do estado do gramado do Engenhão, local inicialmente designado para a partida, justificando que as demais partidas que ali seriam realizadas tiveram suas datas mantidas, o que é correto, mas defenderam a inexistência de um complô armado pela CBF contra o CAM.
Ora, pode até não haver um complô orquestrado, previamente resolvido, contra o Galo, mas que tudo isso é, no mínimo, muito estranho, é!
Isto porque, historicamente, o Atlético é um forte rival da CBF.
E mais recentemente, passou a ser também dos clubes que mamam nas tetas "beneficentes" da Globo e da CBF, numa luta que tem, apenas, o intuito de melhorar a vida financeira de todos clubes, e obter a tão sonhada autonomia econômica, o fim da dependência dos recursos da TV.
Certamente, com isso, não há por parte do órgão máximo do futebol brasileiro, o equivalente bom tratamento dado aos demais clubes.
E a nota oficial do Flamíngua, apoiando e agradecendo a decisão da CBF, só faz a coisa toda cheirar ainda mais mal.
A decisão de adiar o jogo, como dissemos, somente serve para beneficiar o Flamerda, que vem passando por péssimo momento no campeonato com evidente risco de rebaixamento, e na vida, com telefones cortados, novas ações judiciais, e até notícia de que a alimentação dos funcionários foi suspensa durante uns dias, tudo por falta de pagamento. Dá ao time da TV um suspiro, uma chance de fazer com que o novo treinador dê uma cara a esse amontoado de jogadores, e no fim, serve para cortar o embalo dos jogadores atleticanos, e colocar pressão sobre o nosso elenco, caso os demais resultados nos sejam desfavoráveis.
E para piorar, a nova data deverá ser, exatamente, na semana que antecede ao clássico contra as smurfetes, contra as quais estamos engasgados desde o fim do ano passado.
Na verdade, tudo isso é apenas a repetição, na cara mais dura, de tudo aquilo que já assistimos nos últimos 50 anos de futebol brasileiro. Ou alguém acha que tais privilégios foram extintos. NUNCA! Foram, no máximo, reduzidos, realizados nas sombras, mas cujos fantasmas de vez em quando aparecem...
É assim desde os tempos de João Havelange, continuados por seu ex-genro, Ricardo Teixeira, perpetuado por José "medalha" Marin, e que, provavelmente, assim continuará sendo com Marco Polo Del Nero, atual vice presidente da CBF e futuro presidente.
Mudam-se os atores, mas o filme continua, e continuará, ruim...
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