Salve esse Galo valente,
Que mesmo fraco ou doente
É sempre bicho-papão.
Mais temido e mais amado,
Forte e grande no gramado
E maior no coração.
Poema de José Henriques Maia, citado por Ricardo Galuppo em seu livro Atlético Mineiro - Raça e Amor, p. 116
sexta-feira, 25 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
GALO 103 ANOS - NOSSA HOMENAGEM E RAZÃO DE SER
Não somos bons com as palavras, somente em audiências, no fórum e demais unidades do Judiciário.
Mas nessa data, nossa homenagem à nossa razão de ser, pelas letras e palavras do Grande Roberto Drummond,
ORAÇÃO DO ATLETICANO
Senhor:
apague o sol
apague a lua
anoiteça os olhos da amada
mas não deixe o Atlético capitular
não deixe, Senhor, o adversário passar
não deixe nosso goleiro vacilar.
Dê asas de pássaro ao goleiro
dê braços dos amantes
ao goleiro
faça-o abraçar esse pássaro
sem asas
como se fosse a mulher mais esperada
mais desejada
mais sonhada
mais amada
mais adiada.
Senhor:
tire o pão nosso de cada dia
corte nossa água
nos condene à fome e à sede
proíba nossos amores
exile as amadas na China
ou na Conchichina
decrete solidão
nas esquinas, nos bares e
em nosso coração
faça de nós, Senhor,
um bolero
faça de nós um tango
faça de nós um guarânia
ou uma balada
faça de nós a mais desesperada canção
nos mate não apenas de sede de água
mas de sede
da boca da amada
mas transforme nossa defesa
num muro
numa barreira
numa trincheira
num obstáculo intransponível.
Mate a todos nós
da fome de amor
que é pior que a fome de verdade
mas não deixe, Senhor,
o adversário passar.
Senhor:
dispare a inflação
mingúe nosso feijão
aprisione nossa ilusão
prenda de vez nosso coração
mas espalhe luz
sobre os caminhos do Atlético
sobre a grama verde onde pisam
nossos heróis.
Acenda uma estrela na chuteira deles
e não deixe, Senhor, o adversário passar.
Não deixe o Atlético capitular.
Senhor:
nos faça descobrir o amor
para depois tirá-lo de nós.
Faça-nos sofrer de amor
mate-nos de amor, se preciso
mas quando nosso atacante pegar a bola,
Senhor,
iluminado seja o seu caminho
cheio de estrelas e de dribles
e de passes mágicos e e de cruzamentos
e de gols
seja feito o seu caminho
encantada seja sua chuteira
e que nos seus pés
na sua cabeça
benfita seja a vitória do Atlético.
E depois de tudo, Senhor,
depois que o Atlético cantar
aí, Senhor, se julgar necessário
nos tomar algum fruto
após tanta recompensa,
prive-nos de tudo que quiser
exile a amada no Equador
e, outa vez, Senhor
nos mate de amor,
mas não deixe o adversário passar.
Mas nessa data, nossa homenagem à nossa razão de ser, pelas letras e palavras do Grande Roberto Drummond,
ORAÇÃO DO ATLETICANO
Senhor:
apague o sol
apague a lua
anoiteça os olhos da amada
mas não deixe o Atlético capitular
não deixe, Senhor, o adversário passar
não deixe nosso goleiro vacilar.
Dê asas de pássaro ao goleiro
dê braços dos amantes
ao goleiro
faça-o abraçar esse pássaro
sem asas
como se fosse a mulher mais esperada
mais desejada
mais sonhada
mais amada
mais adiada.
Senhor:
tire o pão nosso de cada dia
corte nossa água
nos condene à fome e à sede
proíba nossos amores
exile as amadas na China
ou na Conchichina
decrete solidão
nas esquinas, nos bares e
em nosso coração
faça de nós, Senhor,
um bolero
faça de nós um tango
faça de nós um guarânia
ou uma balada
faça de nós a mais desesperada canção
nos mate não apenas de sede de água
mas de sede
da boca da amada
mas transforme nossa defesa
num muro
numa barreira
numa trincheira
num obstáculo intransponível.
Mate a todos nós
da fome de amor
que é pior que a fome de verdade
mas não deixe, Senhor,
o adversário passar.
Senhor:
dispare a inflação
mingúe nosso feijão
aprisione nossa ilusão
prenda de vez nosso coração
mas espalhe luz
sobre os caminhos do Atlético
sobre a grama verde onde pisam
nossos heróis.
Acenda uma estrela na chuteira deles
e não deixe, Senhor, o adversário passar.
Não deixe o Atlético capitular.
Senhor:
nos faça descobrir o amor
para depois tirá-lo de nós.
Faça-nos sofrer de amor
mate-nos de amor, se preciso
mas quando nosso atacante pegar a bola,
Senhor,
iluminado seja o seu caminho
cheio de estrelas e de dribles
e de passes mágicos e e de cruzamentos
e de gols
seja feito o seu caminho
encantada seja sua chuteira
e que nos seus pés
na sua cabeça
benfita seja a vitória do Atlético.
E depois de tudo, Senhor,
depois que o Atlético cantar
aí, Senhor, se julgar necessário
nos tomar algum fruto
após tanta recompensa,
prive-nos de tudo que quiser
exile a amada no Equador
e, outa vez, Senhor
nos mate de amor,
mas não deixe o adversário passar.
domingo, 13 de março de 2011
Ainda Sobre o C13 e a Licitação dos Direitos de Transmissão do Brasileirão
A Record, que todos apostavam ser a provável vencedora da licitação roeu a corda e pulou fora, alegando jogo de cartas marcadas. Acabou por repetir a mesma atitude de 2008, quando ameaçou propor novos valores, no que muitos acreditaram ser a possibilidade de destronar a Globo, mas que só serviu, como se viu depois, para espezinhar a Globo, já que nada foi proposto à época.
A Globo manteve-se impassível, de fora da concorrência, porque sabe que tem a CBF, o Flamerda e o Gambárinthians no bolso, ou melhor, alguns de seus dirigentes, e faz o que bem quer com esses times e a seleção brasileira. Além disso, cara o bando de maria-vai-com-as-outras (o resto dos falidos do RJ, as marias mineiras, as bibas gaúchas azuis o bocó do coritiba, que foi ajudado no STJD com a redução da pena de interdição do Couto Pereira).
Venceu a Rede TV! que fez lance pouco superior ao valor mínimo estipulado pela comissão do C13. Mas que depois avisou que tinha outra proposta, na casa dos R$800milhões por temporada, ou seja, R$2,4 bilhões. O Kalil deve ter pensado: malditas TVs, malditos bispos, malditos cariocas...
O que não dá pra entender é porque alguns preferiram não permanecer no C13, que pelo que se viu, teve capacidade montar uma "armadilha" para as TVs e faturar muito em cima delas que já faturaram muito em cima dos clubes. Ou melhor, dá pra entender sim: jogo de poder. Andrés Sanches avacalhou com tudo, só pra garantir o caminho para a relização de seu sonho pessoal: a presidência da CBF, quando o príncipe Ricardo Teixeira se tornar Rei, na presidência da FIFA. Mas isso é só em 2015. O Andrés se esquece é que muita água ainda vai passar por baixo da ponte e, se Deus quiser, essa ponte vai cair pra ele.
Ainda sobre a licitação, vale a leitura da coluna de hoje do PVC na Folha, abaixo transcrita.
É estarrecedor que as insustentáveis desculpas dos dirigentes dissidentes prevaleçam sobre a lógica matemática apresentada pelos números por ele apresentados.
PAULO VINICIUS COELHO
A conta das migalhas
--------------------------------------------------------------------------------
Clubes de torcida média podem perder dinheiro negociando sozinhos seus direitos de TV
--------------------------------------------------------------------------------
O CORITIBA é um dos clubes que pretendem negociar separadamente os direitos de transmissão do Brasileirão, triênio 2012/2014. Surpreendentemente, o presidente Jair Cirino estava no Clube dos 13 na abertura do envelope da licitação, sexta-feira.
O Coritiba recebe atualmente R$ 13 milhões por ano. A Globo oferece R$ 27 milhões, mas a projeção é que arrecade R$ 34,5 milhões, pelos valores mínimos estipulados pelo Clube dos 13. A diferença é de R$ 7,5 milhões.
Um dos bons argumentos para assinar com a Globo é que ela dá mais visibilidade aos patrocinadores. Hoje, o Coritiba vende o patrocínio de sua camisa por R$ 6 milhões, menos do que a diferença entre o que a Globo se dispõe a pagar e o que o Coritiba arrecadaria negociando em conjunto.
Ainda há quem aposte que a guerra dos direitos terminará quando a Rede TV! depositar a primeira parcela, em um mês. Serão R$ 300 milhões, o equivalente a 20% do total a ser pago pelos três anos de contrato. Jair Cirino não estava na sede do Clube dos 13, na sexta, por causa da cor dos olhos de Fábio Koff. Estava pela cor do dinheiro.
Seu clube tem dívidas bancárias com vencimento na segunda-feira. Não há dinheiro em caixa, e seu avalista é o Clube dos 13.
Contas desse tipo existem em quase todos os clubes. O Botafogo deve R$ 61 milhões ao Clube dos 13 e já recebeu todo o dinheiro a que tinha direito pelo contrato de TV até outubro. O presidente Maurício Assumpção alega que decidiu sair da negociação conjunta por não conseguir se livrar de uma divisão de receitas que faz com que arrecade 40% a menos do que o Flamengo.
Hoje, o Botafogo recebe R$ 22 milhões. "Vou dobrar esse valor negociando sozinho", diz Assumpção. Em conjunto, a projeção é que o Botafogo saltaria para R$ 53,5 milhões.
Clubes de torcida média, como Coritiba e Botafogo, podem perder negociando sozinhos. Flamengo e Corinthians podem ganhar mais.
O Botafogo também considera a visibilidade de seus parceiros na Globo. O clube avalia o patrocínio de sua camisa em R$ 10 milhões -a diferença entre negociar sozinho ou em conjunto, R$ 9,5 milhões-, mas jogou a maior parte da Taça Guanabara sem patrocinador.
Esse dinheiro faz diferença. Ou não seria necessário receber empréstimo de R$ 8 milhões da CBF, seis dias antes da eleição do Clube dos 13. Maurício Assumpção votou no candidato que agradava Ricardo Teixeira.
pvc@uol.com.br
Um ótimo domigo a todos os atleticanos, com vitória acachapante do Galo sobre o Ipatinga, com gols do Bueno, pra ver se ele se firma como o substituto do Tardelli.
A Globo manteve-se impassível, de fora da concorrência, porque sabe que tem a CBF, o Flamerda e o Gambárinthians no bolso, ou melhor, alguns de seus dirigentes, e faz o que bem quer com esses times e a seleção brasileira. Além disso, cara o bando de maria-vai-com-as-outras (o resto dos falidos do RJ, as marias mineiras, as bibas gaúchas azuis o bocó do coritiba, que foi ajudado no STJD com a redução da pena de interdição do Couto Pereira).
Venceu a Rede TV! que fez lance pouco superior ao valor mínimo estipulado pela comissão do C13. Mas que depois avisou que tinha outra proposta, na casa dos R$800milhões por temporada, ou seja, R$2,4 bilhões. O Kalil deve ter pensado: malditas TVs, malditos bispos, malditos cariocas...
O que não dá pra entender é porque alguns preferiram não permanecer no C13, que pelo que se viu, teve capacidade montar uma "armadilha" para as TVs e faturar muito em cima delas que já faturaram muito em cima dos clubes. Ou melhor, dá pra entender sim: jogo de poder. Andrés Sanches avacalhou com tudo, só pra garantir o caminho para a relização de seu sonho pessoal: a presidência da CBF, quando o príncipe Ricardo Teixeira se tornar Rei, na presidência da FIFA. Mas isso é só em 2015. O Andrés se esquece é que muita água ainda vai passar por baixo da ponte e, se Deus quiser, essa ponte vai cair pra ele.
Ainda sobre a licitação, vale a leitura da coluna de hoje do PVC na Folha, abaixo transcrita.
É estarrecedor que as insustentáveis desculpas dos dirigentes dissidentes prevaleçam sobre a lógica matemática apresentada pelos números por ele apresentados.
PAULO VINICIUS COELHO
A conta das migalhas
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Clubes de torcida média podem perder dinheiro negociando sozinhos seus direitos de TV
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O CORITIBA é um dos clubes que pretendem negociar separadamente os direitos de transmissão do Brasileirão, triênio 2012/2014. Surpreendentemente, o presidente Jair Cirino estava no Clube dos 13 na abertura do envelope da licitação, sexta-feira.
O Coritiba recebe atualmente R$ 13 milhões por ano. A Globo oferece R$ 27 milhões, mas a projeção é que arrecade R$ 34,5 milhões, pelos valores mínimos estipulados pelo Clube dos 13. A diferença é de R$ 7,5 milhões.
Um dos bons argumentos para assinar com a Globo é que ela dá mais visibilidade aos patrocinadores. Hoje, o Coritiba vende o patrocínio de sua camisa por R$ 6 milhões, menos do que a diferença entre o que a Globo se dispõe a pagar e o que o Coritiba arrecadaria negociando em conjunto.
Ainda há quem aposte que a guerra dos direitos terminará quando a Rede TV! depositar a primeira parcela, em um mês. Serão R$ 300 milhões, o equivalente a 20% do total a ser pago pelos três anos de contrato. Jair Cirino não estava na sede do Clube dos 13, na sexta, por causa da cor dos olhos de Fábio Koff. Estava pela cor do dinheiro.
Seu clube tem dívidas bancárias com vencimento na segunda-feira. Não há dinheiro em caixa, e seu avalista é o Clube dos 13.
Contas desse tipo existem em quase todos os clubes. O Botafogo deve R$ 61 milhões ao Clube dos 13 e já recebeu todo o dinheiro a que tinha direito pelo contrato de TV até outubro. O presidente Maurício Assumpção alega que decidiu sair da negociação conjunta por não conseguir se livrar de uma divisão de receitas que faz com que arrecade 40% a menos do que o Flamengo.
Hoje, o Botafogo recebe R$ 22 milhões. "Vou dobrar esse valor negociando sozinho", diz Assumpção. Em conjunto, a projeção é que o Botafogo saltaria para R$ 53,5 milhões.
Clubes de torcida média, como Coritiba e Botafogo, podem perder negociando sozinhos. Flamengo e Corinthians podem ganhar mais.
O Botafogo também considera a visibilidade de seus parceiros na Globo. O clube avalia o patrocínio de sua camisa em R$ 10 milhões -a diferença entre negociar sozinho ou em conjunto, R$ 9,5 milhões-, mas jogou a maior parte da Taça Guanabara sem patrocinador.
Esse dinheiro faz diferença. Ou não seria necessário receber empréstimo de R$ 8 milhões da CBF, seis dias antes da eleição do Clube dos 13. Maurício Assumpção votou no candidato que agradava Ricardo Teixeira.
pvc@uol.com.br
Um ótimo domigo a todos os atleticanos, com vitória acachapante do Galo sobre o Ipatinga, com gols do Bueno, pra ver se ele se firma como o substituto do Tardelli.
terça-feira, 1 de março de 2011
A pergunta do Advogado do Diabo - Enquete
Considerando que o Presidente Alexandre Kalil já manifestou espanto com os clubes que "deixaram" o Clube dos 13, para tentar negociar em separado, individualmente, os valores para transmissão, esclarecendo que não acredita que possam obter valores maiores que os previstos no edital de licitação;
Considerando que a Globo já declarou que não participará do certame, mas que já traçou a estratégia de procurar, individualmente, TODOS os 20 clubes do C13 e mais os quatro que pode subir pra primeira divisão de 2012;
Considerando que a Record já declarou que cobre qualquer oferta;
Considerando que o Palmeiras divulgou já ter conseguido cota de R$65milhões, ou seja, superior à sua participação no valor que teria direito em relação aos valores constantes do edital;
Considerando que a Globo, em tese, não teria problema com os 500milhões, mas com algumas das cláusulas do edital, como por exemplo, a geração e os direitos de imagem, sejam do C13 e não dela;
No papel de Advogado do Diabo, pergunta-se:
O que fará o Kalil, depois de ver a Record ganhar a licitação e a Globo oferecer, individualmente, mais que o valor destinado ao Galo na cota do C13?
Além de deixar seu comentário, vote na equente ao lado.
Considerando que a Globo já declarou que não participará do certame, mas que já traçou a estratégia de procurar, individualmente, TODOS os 20 clubes do C13 e mais os quatro que pode subir pra primeira divisão de 2012;
Considerando que a Record já declarou que cobre qualquer oferta;
Considerando que o Palmeiras divulgou já ter conseguido cota de R$65milhões, ou seja, superior à sua participação no valor que teria direito em relação aos valores constantes do edital;
Considerando que a Globo, em tese, não teria problema com os 500milhões, mas com algumas das cláusulas do edital, como por exemplo, a geração e os direitos de imagem, sejam do C13 e não dela;
No papel de Advogado do Diabo, pergunta-se:
O que fará o Kalil, depois de ver a Record ganhar a licitação e a Globo oferecer, individualmente, mais que o valor destinado ao Galo na cota do C13?
Além de deixar seu comentário, vote na equente ao lado.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
CONCLUSÕES A PARTIR DE CAM x AFC
Depois do jogo de ontem, podemos tirar algumas conclusões:
1. O meio campo e a defesa deixam os adversários, sempre, à vontade demais. Deixam jogar e se expõem a contra ataques que, como ontem, podem se mostrar perigosos.
2. Faltou ontem aquela pegada que estávamos acostumados a ver nos últimos jogos.
3. Essa parece ser a tônica dos times de Dorival Júnior: muito ataque e pouca defesa. No Santos era assim, e o resultado era, sempre, placares com muitos gols. Tanto para um lado, quanto para o outro. Quando está ganhando é ótimo, e faz a gente se empolgar, como nos jogos contra o Guarani, crugayro e Ipatinga. Mas quando perde, ou passa sufoco...
4. Acredito que ontem o América teve a mesma pegada que nós tivemos contra o crugayro em 2010. Ninguém imaginava que o América viria pro combrate, de peito aberto, encarar o Galo. Veio, encarou e venceu, assim como fizemos no ano passado e na terceira rodada.
5. As improvisações custaram caro ao Galo ontem.
De toda forma, ainda não é o fim do mundo, nem momento de desespero. O que vimos de ruim ontem nos dá a possibilidade de melhorar. É para isso que servem as derrotas, especialmente, quando temos material humano para alcançar esse objetivo, diferentemente de temporadas passadas.
Em tempo:
Depois do jogo, muitos vociferaram contra Renan Oliveira, questionando a atitudade da diretoria de deixar Diego Souza ir embora.
Contudo, muito embora concorde que o Renan Oliveira vem deixando a desejar, e só regula contra o Flamerda, acho que a questão do Diego Souza já se resolveu quando o próprio jogador manifestou interesse em deixar o CAM.
E, nesse ponto, a entrevista do Dorival Júnior ao UOL é esclarecedora (quem quiser clique aqui e leia).
Se o Diego Souza não quis esperar obter a melhor forma física, aproveitando o campeonato mineiro, sem se esfalfar, e não teve paciência, dizendo que quer sair, então tchau!
Como já disse o próprio Kalil, só fica no Galo quem quiser jogar no Galo.
É isso.
Avante Galo!
1. O meio campo e a defesa deixam os adversários, sempre, à vontade demais. Deixam jogar e se expõem a contra ataques que, como ontem, podem se mostrar perigosos.
2. Faltou ontem aquela pegada que estávamos acostumados a ver nos últimos jogos.
3. Essa parece ser a tônica dos times de Dorival Júnior: muito ataque e pouca defesa. No Santos era assim, e o resultado era, sempre, placares com muitos gols. Tanto para um lado, quanto para o outro. Quando está ganhando é ótimo, e faz a gente se empolgar, como nos jogos contra o Guarani, crugayro e Ipatinga. Mas quando perde, ou passa sufoco...
4. Acredito que ontem o América teve a mesma pegada que nós tivemos contra o crugayro em 2010. Ninguém imaginava que o América viria pro combrate, de peito aberto, encarar o Galo. Veio, encarou e venceu, assim como fizemos no ano passado e na terceira rodada.
5. As improvisações custaram caro ao Galo ontem.
De toda forma, ainda não é o fim do mundo, nem momento de desespero. O que vimos de ruim ontem nos dá a possibilidade de melhorar. É para isso que servem as derrotas, especialmente, quando temos material humano para alcançar esse objetivo, diferentemente de temporadas passadas.
Em tempo:
Depois do jogo, muitos vociferaram contra Renan Oliveira, questionando a atitudade da diretoria de deixar Diego Souza ir embora.
Contudo, muito embora concorde que o Renan Oliveira vem deixando a desejar, e só regula contra o Flamerda, acho que a questão do Diego Souza já se resolveu quando o próprio jogador manifestou interesse em deixar o CAM.
E, nesse ponto, a entrevista do Dorival Júnior ao UOL é esclarecedora (quem quiser clique aqui e leia).
Se o Diego Souza não quis esperar obter a melhor forma física, aproveitando o campeonato mineiro, sem se esfalfar, e não teve paciência, dizendo que quer sair, então tchau!
Como já disse o próprio Kalil, só fica no Galo quem quiser jogar no Galo.
É isso.
Avante Galo!
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Diego Souza sai ou não sai (por Christian Munaier no Terreiro do Galo)
Reproduzo aqui, o comentário que fiz ao texto do sempre ótimo Christian Munaier no Terreirão, sobre Diego Souza, se sai ou não sai, e que quem ainda não leu, pode ler aqui
Diego Souza é o cara mais burro que já vi no passado recento do Galo. Tem tudo à disposição para fazer o melhor trabalho possível, num clube que possui a melhor estrutura do Brasil, mas prefere ir jogar no pior dos quatro grandes do RJ, que não tem um CT, não tem estrutura e, defeito supremo, atrasa salários.
Diego Souza chegou como ídolo, vai embora como fracassado.
A burrice de Diego Souza se manifesta, na minha opinião, no hipótese de, podendo aproveitar o fato de estar na reserva, aprimorar sua forma física, treinando intensamente durante o campeonato mineiro, sem correr riscos de lesões nesses campos horríveis e contra jogadores de pouco nível, para poder disputar a titularidade em competições que realmente interessaram para um jogador que, como ele mesmo diz, precisa de visibilidade, ou seja, a Copa do Brasil, que já começou, e o Brasileirão, que começa em maio.
Ou seja, poderia aproveitar as vacas magras do campeonato mineiro, que não muda nada na sua carreira, para, com vontade, fazer valer seu talento nas vacas gordas da Copa do Brasil e do Brasileirão.
Mas, se não quer ficar, se não quer aproveitar essa oportunidade, se quer ir fazer companhia ao Éder Luís, tchau. Não fará falta, até porque, até agora, não fez diferença.
Só não vale se arrepender depois, quando o Galo for campeão, e querer voltar pros braços da Massa.
Diego Souza é o cara mais burro que já vi no passado recento do Galo. Tem tudo à disposição para fazer o melhor trabalho possível, num clube que possui a melhor estrutura do Brasil, mas prefere ir jogar no pior dos quatro grandes do RJ, que não tem um CT, não tem estrutura e, defeito supremo, atrasa salários.
Diego Souza chegou como ídolo, vai embora como fracassado.
A burrice de Diego Souza se manifesta, na minha opinião, no hipótese de, podendo aproveitar o fato de estar na reserva, aprimorar sua forma física, treinando intensamente durante o campeonato mineiro, sem correr riscos de lesões nesses campos horríveis e contra jogadores de pouco nível, para poder disputar a titularidade em competições que realmente interessaram para um jogador que, como ele mesmo diz, precisa de visibilidade, ou seja, a Copa do Brasil, que já começou, e o Brasileirão, que começa em maio.
Ou seja, poderia aproveitar as vacas magras do campeonato mineiro, que não muda nada na sua carreira, para, com vontade, fazer valer seu talento nas vacas gordas da Copa do Brasil e do Brasileirão.
Mas, se não quer ficar, se não quer aproveitar essa oportunidade, se quer ir fazer companhia ao Éder Luís, tchau. Não fará falta, até porque, até agora, não fez diferença.
Só não vale se arrepender depois, quando o Galo for campeão, e querer voltar pros braços da Massa.
DEPOIMENTO FÁBIO KOFF - NA FOLHA DE HOJE 25/02/2011
A ruptura do Clube dos 13 é coisa da CBF e da Globo
Dirigente acusa Ricardo Teixeira e Marcelo Campos Pinto por racha
JUCA KFOURI
COLUNISTA DA FOLHA
Na tarde da última quarta- -feira, recebi em meu escritório, no andar de cima de minha casa, o presidente do Clube dos 13, Fábio Koff.
Havia alguns anos que não nos falávamos, fruto de divergências sobre os rumos da entidade que ele dirige. E de críticas ácidas, respondidas por ele no mesmo tom.
Considero que o reencontro de anteontem foi fruto da autocrítica de quem quer retomar um caminho, mesmo que pareça tarde demais.
Na despedida, e fiz questão de ir com ele até o carro, ouvi: "Estou velho para poder ter tempo de fazer novas reconciliações. Tenho certeza de que, com você, não será preciso mais nenhuma".
Abaixo, seu depoimento, o mais fiel possível porque não foi gravado, mas submetido a ele antes da publicação.

"Não vim para me justificar. Até porque as coisas que não fiz não as fiz ou porque não soube, não tive competência ou força para fazer. E algumas vezes fraquejei.
Errei ao aceitar ser chefe da delegação da seleção brasileira na Copa da França. E fui muito criticado por isso, com razão de quem criticou.
Não queria ir, pensei em dizer não ao convite, mas até minha mulher argumentou que eu vivia criticando e que não poderia recusar ao receber aquela responsabilidade.
Fui, convivi pouco com o Ricardo [Teixeira, presidente da CBF], ele lá, eu cá, mas não posso negar que ele é tão poderoso como abjeto.
Fui traído muitas vezes ao longo desses anos, embaixo do pano, na calada da noite.
O Marcelo [Campos Pinto, principal executivo da Globo Esportes] e a CBF implodiram a FBA [empresa que geria a Série B] e fizeram um contrato de adesão da Série B.
Os clubes fecharam por R$ 30 milhões até 2016, quando poderemos chegar a R$ 1 bilhão por ano. Isso é inaceitável, os clubes menores vão morrer. Vão matar o futebol.
Fraquejei ao não fazer a Liga dos Clubes, como era nosso projeto de vida. Não me senti forte, respaldado o suficiente. O temor em relação a retaliações da CBF é grande, a ponto de ela ter extinguido o conselho técnico dos clubes e ninguém reclamar.
Esta ruptura do Clube dos 13 é coisa do Ricardo e do Marcelo. Eles são vizinhos de sítio e tramam tudo nos churrascos que fazem.
O Andres Sanchez veio até minha sala, encheu-me de elogios e avisou que o Corinthians ia sair. Eu até disse que entendia, que admitia que quem entra pode sair, mas que queria saber o motivo. Ele disse que, quando alguém pega um rumo, tem de ir até o fim. "Mas que rumo?", perguntei. "O rumo, o rumo", respondeu.
Convidei-o para a reunião. Ele disse que não, que era assunto para o Rosenberg [Luis Paulo Rosenberg, diretor de marketing do Corinthians].
Ele foi embora, mas tem dívida lá para pagar. Se pagar, ficará claro, para o Cade [Conselho Administrativo de Defesa Econômica], inclusive, quem pagou.
Não falou nada em lisura e está cansado de saber que ganho, líquido, coisa de R$ 52 mil, mais dinheiro do que vi em toda minha vida de juiz, é verdade, mas salário a que faço jus e que, por iniciativa minha, é menor do que deveria ser pelo que fora decidido em Assembleia Geral.
Se prevalecesse a porcentagem sobre o contrato com a TV, seria muitíssimo maior, poderia chegar a R$ 5 milhões por ano, o que evidentemente seria um exagero.
Quanto a termos avisado os concorrentes sobre o ágio concedido à Globo, qual é o problema? Falamos com todos mesmo, com a Globo inclusive, que reagiu muito bem, em ligação que fiz à Márcia Cintra [braço direito de Marcelo Campos Pinto].
Juro que não queria mais uma reeleição. Mas, quando vi a armação para eleger o Kléber Leite, sem nenhuma conversa comigo, até meus filhos e minha mulher, que não queriam mais que eu ficasse, acharam que não, que eu tinha de ir para a luta.
E eu disse com todas as letras para o Marcelo que aquilo era coisa dele e do Ricardo. Ele desconversou, perguntou como estava a saúde de minha mulher, aquela coisa melíflua que ele faz sempre que é pego em flagrante.
E eles compraram votos, empréstimo para um, adiantamento para outro, mas não passaram de oito votos porque nós também trabalhamos sem descanso.
Antes, tinham nos oferecido pegar a segunda divisão para administrar, mas a proposta era tão iníqua que eu me revoltei e denunciei, o que deixou o Marcelo muito irritado. Ele não está acostumado a ser contrariado.
A gota d'água definitiva foi o contrato que o Palmeiras quis fazer no uniforme do Felipão, e a CBF disse que não podia porque era direito de comercialização dela, por causa de um artigo no regulamento das competições que, evidentemente, foi escrito pelo Marcelo, como eu disse para ele, por conhecer o estilo de escrita dele. E ele, constrangido, negou.
Notifiquei judicialmente a CBF. O Ricardo ficou uma fera. Soube que falou palavrão, perguntou quem tinha feito a "cagada", ao mesmo tempo em que não se conformava porque, em vez de falar com ele, eu o havia notificado.
Ele resolveu que não falaria mais com o Clube dos 13, que só receberia clubes por intermédio das federações estaduais e que o Clube dos 13 não tinha existência legal porque não está no sistema esportivo nacional.
Na hora de pensar no contrato dos direitos do Brasileiro, fui ao Cade tratar do direito de preferência da Globo, que inviabilizava qualquer concorrência. Foi a vez de o Marcelo não me perdoar.
Azar dele. Montamos uma comissão de negociação em que fiz questão de dividir com dois eleitores que votaram em mim e dois que não votaram. Dei carta branca ao Ataíde Gil Guerreiro [diretor-executivo do C13], empresário vitorioso, competente e independente. O resultado do trabalho é precioso.
Só me resta lutar até o fim. Se cair, cair de pé. Quem sabe se não lanço agora a Liga?
Saio de sua casa honrado por nosso reencontro, disposto a ouvir as críticas que merecer e a lutar para, quem sabe, ajudar a evitar também a roubalheira que querem fazer em torno da Copa.
Aliás, e o Orlando Silva Jr.? Que decepção! Mas confio na Dilma. Ela não permitirá a farra que querem fazer.
Enfim, lamento ter perdido um companheiro como o Belluzzo [Luiz Gonzaga Belluzzo, ex-presidente do Palmeiras], um homem de bem, bem preparado, que fez um trabalho para refinanciar as dívidas dos clubes exemplar, estabelecendo teto para se gastar com futebol e escalonando o pagamento da dívida de maneira transparente, muito melhor que essa Timemania, que é uma bobagem.
E lamento que o Juvenal [Juvêncio, presidente do São Paulo] tenha se desgastado com os demais dirigentes do Clube dos 13, porque ele era o meu sucessor natural.
Minha vida foi toda muito boa, não posso me queixar e não me arrependo de nada, a não ser de poucas coisas no futebol que faria diferente. Cheguei ao C13 com um contrato de R$ 10,6 milhões, feito pela CBF. Nada no mundo se valorizou tanto como nossos direitos de transmissão.
Não sou homem de desistir e, com 80 anos, dou-me o direito de estar meio rabugento. Vamos ver como vou fazê-los engolir a rabugice."
OUTRO LADO
Executivo e cartola falam em acionar a Justiça
EDUARDO OHATA
DO PAINEL FC
Ao tomarem conhecimento do depoimento de Fábio Koff a Juca Kfouri, Ricardo Teixeira, presidente da CBF, e Marcelo Campos Pinto, executivo da Globo, disseram que o fórum mais adequado para responder ou comentar as acusações é a Justiça.
A resposta de Ricardo Teixeira foi encaminhada à reportagem da Folha por intermédio da assessoria de imprensa da confederação.
Já Campos Pinto, apesar de inicialmente ter se limitado a também informar ontem à tarde que sua resposta aconteceria somente por meio das vias legais, acabou por tecer alguns comentários a respeito do presidente do Clube dos 13, Fábio Koff.
""Responderei por intermédio da Justiça as inverdades que ele [Fábio Koff] me atribui e os ataques à minha honra", afirmou o executivo.
""Somente posso atribuir o seu comportamento [de Fábio Koff] à atitude de uma pessoa de idade avançada, que nos últimos tempos vem dando demonstrações públicas de um total desequilíbrio emocional", complementou Campos Pinto ontem.
Dirigente acusa Ricardo Teixeira e Marcelo Campos Pinto por racha
SÓ ME RESTA LUTAR ATÉ O FIM. SE CAIR, CAIR DE PÉ. QUEM SABE SE NÃO LANÇO AGORA A LIGA? |
JUCA KFOURI
COLUNISTA DA FOLHA
Na tarde da última quarta- -feira, recebi em meu escritório, no andar de cima de minha casa, o presidente do Clube dos 13, Fábio Koff.
Havia alguns anos que não nos falávamos, fruto de divergências sobre os rumos da entidade que ele dirige. E de críticas ácidas, respondidas por ele no mesmo tom.
Considero que o reencontro de anteontem foi fruto da autocrítica de quem quer retomar um caminho, mesmo que pareça tarde demais.
Na despedida, e fiz questão de ir com ele até o carro, ouvi: "Estou velho para poder ter tempo de fazer novas reconciliações. Tenho certeza de que, com você, não será preciso mais nenhuma".
Abaixo, seu depoimento, o mais fiel possível porque não foi gravado, mas submetido a ele antes da publicação.
"Não vim para me justificar. Até porque as coisas que não fiz não as fiz ou porque não soube, não tive competência ou força para fazer. E algumas vezes fraquejei.
Errei ao aceitar ser chefe da delegação da seleção brasileira na Copa da França. E fui muito criticado por isso, com razão de quem criticou.
Não queria ir, pensei em dizer não ao convite, mas até minha mulher argumentou que eu vivia criticando e que não poderia recusar ao receber aquela responsabilidade.
Fui, convivi pouco com o Ricardo [Teixeira, presidente da CBF], ele lá, eu cá, mas não posso negar que ele é tão poderoso como abjeto.
Fui traído muitas vezes ao longo desses anos, embaixo do pano, na calada da noite.
O Marcelo [Campos Pinto, principal executivo da Globo Esportes] e a CBF implodiram a FBA [empresa que geria a Série B] e fizeram um contrato de adesão da Série B.
Os clubes fecharam por R$ 30 milhões até 2016, quando poderemos chegar a R$ 1 bilhão por ano. Isso é inaceitável, os clubes menores vão morrer. Vão matar o futebol.
Fraquejei ao não fazer a Liga dos Clubes, como era nosso projeto de vida. Não me senti forte, respaldado o suficiente. O temor em relação a retaliações da CBF é grande, a ponto de ela ter extinguido o conselho técnico dos clubes e ninguém reclamar.
Esta ruptura do Clube dos 13 é coisa do Ricardo e do Marcelo. Eles são vizinhos de sítio e tramam tudo nos churrascos que fazem.
O Andres Sanchez veio até minha sala, encheu-me de elogios e avisou que o Corinthians ia sair. Eu até disse que entendia, que admitia que quem entra pode sair, mas que queria saber o motivo. Ele disse que, quando alguém pega um rumo, tem de ir até o fim. "Mas que rumo?", perguntei. "O rumo, o rumo", respondeu.
Convidei-o para a reunião. Ele disse que não, que era assunto para o Rosenberg [Luis Paulo Rosenberg, diretor de marketing do Corinthians].
Ele foi embora, mas tem dívida lá para pagar. Se pagar, ficará claro, para o Cade [Conselho Administrativo de Defesa Econômica], inclusive, quem pagou.
Não falou nada em lisura e está cansado de saber que ganho, líquido, coisa de R$ 52 mil, mais dinheiro do que vi em toda minha vida de juiz, é verdade, mas salário a que faço jus e que, por iniciativa minha, é menor do que deveria ser pelo que fora decidido em Assembleia Geral.
Se prevalecesse a porcentagem sobre o contrato com a TV, seria muitíssimo maior, poderia chegar a R$ 5 milhões por ano, o que evidentemente seria um exagero.
Quanto a termos avisado os concorrentes sobre o ágio concedido à Globo, qual é o problema? Falamos com todos mesmo, com a Globo inclusive, que reagiu muito bem, em ligação que fiz à Márcia Cintra [braço direito de Marcelo Campos Pinto].
Juro que não queria mais uma reeleição. Mas, quando vi a armação para eleger o Kléber Leite, sem nenhuma conversa comigo, até meus filhos e minha mulher, que não queriam mais que eu ficasse, acharam que não, que eu tinha de ir para a luta.
E eu disse com todas as letras para o Marcelo que aquilo era coisa dele e do Ricardo. Ele desconversou, perguntou como estava a saúde de minha mulher, aquela coisa melíflua que ele faz sempre que é pego em flagrante.
E eles compraram votos, empréstimo para um, adiantamento para outro, mas não passaram de oito votos porque nós também trabalhamos sem descanso.
Antes, tinham nos oferecido pegar a segunda divisão para administrar, mas a proposta era tão iníqua que eu me revoltei e denunciei, o que deixou o Marcelo muito irritado. Ele não está acostumado a ser contrariado.
A gota d'água definitiva foi o contrato que o Palmeiras quis fazer no uniforme do Felipão, e a CBF disse que não podia porque era direito de comercialização dela, por causa de um artigo no regulamento das competições que, evidentemente, foi escrito pelo Marcelo, como eu disse para ele, por conhecer o estilo de escrita dele. E ele, constrangido, negou.
Notifiquei judicialmente a CBF. O Ricardo ficou uma fera. Soube que falou palavrão, perguntou quem tinha feito a "cagada", ao mesmo tempo em que não se conformava porque, em vez de falar com ele, eu o havia notificado.
Ele resolveu que não falaria mais com o Clube dos 13, que só receberia clubes por intermédio das federações estaduais e que o Clube dos 13 não tinha existência legal porque não está no sistema esportivo nacional.
Na hora de pensar no contrato dos direitos do Brasileiro, fui ao Cade tratar do direito de preferência da Globo, que inviabilizava qualquer concorrência. Foi a vez de o Marcelo não me perdoar.
Azar dele. Montamos uma comissão de negociação em que fiz questão de dividir com dois eleitores que votaram em mim e dois que não votaram. Dei carta branca ao Ataíde Gil Guerreiro [diretor-executivo do C13], empresário vitorioso, competente e independente. O resultado do trabalho é precioso.
Só me resta lutar até o fim. Se cair, cair de pé. Quem sabe se não lanço agora a Liga?
Saio de sua casa honrado por nosso reencontro, disposto a ouvir as críticas que merecer e a lutar para, quem sabe, ajudar a evitar também a roubalheira que querem fazer em torno da Copa.
Aliás, e o Orlando Silva Jr.? Que decepção! Mas confio na Dilma. Ela não permitirá a farra que querem fazer.
Enfim, lamento ter perdido um companheiro como o Belluzzo [Luiz Gonzaga Belluzzo, ex-presidente do Palmeiras], um homem de bem, bem preparado, que fez um trabalho para refinanciar as dívidas dos clubes exemplar, estabelecendo teto para se gastar com futebol e escalonando o pagamento da dívida de maneira transparente, muito melhor que essa Timemania, que é uma bobagem.
E lamento que o Juvenal [Juvêncio, presidente do São Paulo] tenha se desgastado com os demais dirigentes do Clube dos 13, porque ele era o meu sucessor natural.
Minha vida foi toda muito boa, não posso me queixar e não me arrependo de nada, a não ser de poucas coisas no futebol que faria diferente. Cheguei ao C13 com um contrato de R$ 10,6 milhões, feito pela CBF. Nada no mundo se valorizou tanto como nossos direitos de transmissão.
Não sou homem de desistir e, com 80 anos, dou-me o direito de estar meio rabugento. Vamos ver como vou fazê-los engolir a rabugice."
OUTRO LADO
Executivo e cartola falam em acionar a Justiça
EDUARDO OHATA
DO PAINEL FC
Ao tomarem conhecimento do depoimento de Fábio Koff a Juca Kfouri, Ricardo Teixeira, presidente da CBF, e Marcelo Campos Pinto, executivo da Globo, disseram que o fórum mais adequado para responder ou comentar as acusações é a Justiça.
A resposta de Ricardo Teixeira foi encaminhada à reportagem da Folha por intermédio da assessoria de imprensa da confederação.
Já Campos Pinto, apesar de inicialmente ter se limitado a também informar ontem à tarde que sua resposta aconteceria somente por meio das vias legais, acabou por tecer alguns comentários a respeito do presidente do Clube dos 13, Fábio Koff.
""Responderei por intermédio da Justiça as inverdades que ele [Fábio Koff] me atribui e os ataques à minha honra", afirmou o executivo.
""Somente posso atribuir o seu comportamento [de Fábio Koff] à atitude de uma pessoa de idade avançada, que nos últimos tempos vem dando demonstrações públicas de um total desequilíbrio emocional", complementou Campos Pinto ontem.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
O Primeiro Atleticano da História - Galo de Prata pra ele.
Por gentileza verifiquem com seu próprios olhos na Bibilia Sagrada, Antigo Testamento, livro de Juízes, Cap. 15 vers. 4.
Lá vocês encontrarão a seguinte passagem:
15:4 "E foi Sansão, e pegou trezentas raposas; e, tomando tochas, as virou cauda a cauda, e lhes pôs uma tocha no meio de cada duas caudas."
"Doutor, eu nao me engano, o Sansão é atleticano"
CAMPANHA: Galo de Prata pro Sansão!
Não é mole não, o Sansão entochou o raposão!
FAZER O QUE NÃO É MESMO?! TÁ NA BÍBLIA - O LIVRO DOS LIVROS!!!
Lá vocês encontrarão a seguinte passagem:
15:4 "E foi Sansão, e pegou trezentas raposas; e, tomando tochas, as virou cauda a cauda, e lhes pôs uma tocha no meio de cada duas caudas."
"Doutor, eu nao me engano, o Sansão é atleticano"
CAMPANHA: Galo de Prata pro Sansão!
Não é mole não, o Sansão entochou o raposão!
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Sobre CBF, C13, TVs e Politicagem no Futebol
As recentes notícias sobre a CBF reconhecendo o título brasileiro de 87 ao Flamerda, o Gambárinthians anunciando a saída do C13, a pressão da Globo para renovação do contrato de transmissão dos jogos dos clubes só servem para confirmar uma única coisa: a politicagem é que fode o futebol brasileiro.
Erich Beting em seu blog, questionando uma frase dita pelo Presidente Alexandre Kalil - "não importa se o dinheiro vem do Jardim Botânico ou da igreja, quem fizer o maior cheque leva" - questionando se debate sobre a transmissão do futebol se resume apenas ao dinheiro, e com razão demonstrando que a preocupação imediatista dos dirigentes em receber dinheiro e se consolidar como o mandatário mais poderoso do futebol, é que mina as chances de o futebol se desenvolver como negócio, assim como ocorrer nos EUA e na Europa, citando os clássicos exemplos das Ligas, em que os próprios Clubes é que gerenciam o negócio, tornando as Federações e Confederações inúteis, enquanto aqui estamos presos à CBF e às federações estaduais, que na prática servem, apenas, para fazer política.
Quem quiser ler os posts clique aqui e aqui. São dois bons textos que mostram como funcionam as engrenagens políticas do futebol e a repercussão negativa no futebol, enquanto negócio, que poderia ser muito mais lucrativo do que é hoje.
Embora concorde, no geral, com as idéias do Erich Beting, acredito que, hoje, não resta outra coisa ao C13 tentar obter o maior volume de recursos possível da TV. Como disse a ele no comentário que fiz no post, ainda não publicado: Como a politicagem faz com que alguns clubes hajam a mando da CBF, como fizeram Gambarínthians e Flamerda, eis que seus dirigentes estão apenas interessados no resultado útil e imediato para si e seus clubes, e no caso do Andrés Sanches, o sonho de assumir a CBF quando seu atual presidente assumir a FIFA, faz com que os clubes passem a agir separadamente, quando poderiam obter muito mais, e serem muito mais fortes, se agissem em conjunto, e fizessem o dever de casa, para a criação da Liga, como tentanto em 2000/2002, ferozmente defendida pelo Presidente Alexandre Kalil que, vencido, ficou como boi de piranha, e fez com que o Galo amargasse anos na berlinda da CBF...
A politicagem, como sempre, no Brasil, é que fode tudo. Poderíamos ter o melhor campeonato do mundo, com os maiores craques jogando aqui, com times fortes e conhecidos mundialmente, mas o que vemos é, apenas, uma briga de comadres, interiorana e pobre, que no fim, vai deixar apenas os atuais mandatários exercendo o poder, como sempre fizeram, em detrimento do interesse comum.
A Globo diz que a audiência do futebol vem caindo. Alguns dizem, ainda, que a verba de publicidade da novela da Globo será sempre maior que o futebol da Record, e que por isso, o valor pedido pelo C13 é insustentável. Insustentável como, se na Europa e nos EUA os valores são muito maiores, e sempre tem gente pagando para exibir suas marcas no produto esportivo!?
A questão é saber se, vencendo a Record, como tudo indica que será, já que é a igreja quem vai bancar, ela será capaz de transmitir com a qualidade e a competência que a Globo vem fazendo há anos.
De qualquer forma, do jeito que a coisa está atualmente, no cada um por si, a postura do Kalil, pra mim, está corretíssima. Farinha pouca, mei pirão primeiro.
E que se foda o Gambarínthians e o Flamerda. Tomara que os dois, saindo do C13, depois que o contrato for assinado, a grana entre aos montes, e eles se arrependam amargamente...
Erich Beting em seu blog, questionando uma frase dita pelo Presidente Alexandre Kalil - "não importa se o dinheiro vem do Jardim Botânico ou da igreja, quem fizer o maior cheque leva" - questionando se debate sobre a transmissão do futebol se resume apenas ao dinheiro, e com razão demonstrando que a preocupação imediatista dos dirigentes em receber dinheiro e se consolidar como o mandatário mais poderoso do futebol, é que mina as chances de o futebol se desenvolver como negócio, assim como ocorrer nos EUA e na Europa, citando os clássicos exemplos das Ligas, em que os próprios Clubes é que gerenciam o negócio, tornando as Federações e Confederações inúteis, enquanto aqui estamos presos à CBF e às federações estaduais, que na prática servem, apenas, para fazer política.
Quem quiser ler os posts clique aqui e aqui. São dois bons textos que mostram como funcionam as engrenagens políticas do futebol e a repercussão negativa no futebol, enquanto negócio, que poderia ser muito mais lucrativo do que é hoje.
Embora concorde, no geral, com as idéias do Erich Beting, acredito que, hoje, não resta outra coisa ao C13 tentar obter o maior volume de recursos possível da TV. Como disse a ele no comentário que fiz no post, ainda não publicado: Como a politicagem faz com que alguns clubes hajam a mando da CBF, como fizeram Gambarínthians e Flamerda, eis que seus dirigentes estão apenas interessados no resultado útil e imediato para si e seus clubes, e no caso do Andrés Sanches, o sonho de assumir a CBF quando seu atual presidente assumir a FIFA, faz com que os clubes passem a agir separadamente, quando poderiam obter muito mais, e serem muito mais fortes, se agissem em conjunto, e fizessem o dever de casa, para a criação da Liga, como tentanto em 2000/2002, ferozmente defendida pelo Presidente Alexandre Kalil que, vencido, ficou como boi de piranha, e fez com que o Galo amargasse anos na berlinda da CBF...
A politicagem, como sempre, no Brasil, é que fode tudo. Poderíamos ter o melhor campeonato do mundo, com os maiores craques jogando aqui, com times fortes e conhecidos mundialmente, mas o que vemos é, apenas, uma briga de comadres, interiorana e pobre, que no fim, vai deixar apenas os atuais mandatários exercendo o poder, como sempre fizeram, em detrimento do interesse comum.
A Globo diz que a audiência do futebol vem caindo. Alguns dizem, ainda, que a verba de publicidade da novela da Globo será sempre maior que o futebol da Record, e que por isso, o valor pedido pelo C13 é insustentável. Insustentável como, se na Europa e nos EUA os valores são muito maiores, e sempre tem gente pagando para exibir suas marcas no produto esportivo!?
A questão é saber se, vencendo a Record, como tudo indica que será, já que é a igreja quem vai bancar, ela será capaz de transmitir com a qualidade e a competência que a Globo vem fazendo há anos.
De qualquer forma, do jeito que a coisa está atualmente, no cada um por si, a postura do Kalil, pra mim, está corretíssima. Farinha pouca, mei pirão primeiro.
E que se foda o Gambarínthians e o Flamerda. Tomara que os dois, saindo do C13, depois que o contrato for assinado, a grana entre aos montes, e eles se arrependam amargamente...
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Do Blog do Erich Beting - Sobre a TV e o C13
A TV virou a desculpa para o C13 rachar de vez
Vai rachar. Pelo menos é isso que aparentemente se mostra no cenário de discussão dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro para o triênio 2012-2014. Hoje, porém, esse racha parece mesmo ser para valer, diferentemente daqueles movimentos que desde 2004 acontecem dentro do C13.Mas, por trás da questão da TV, está mesmo a questão política da entidade que, teoricamente, representa o interesse dos clubes do futebol brasileiro. Como já falei aqui no blog no ano passado, quando as eleições para a presidência do C13 quase terminaram com o fim da Era Fábio Koff, o problema todo é que não há um projeto para a gestão do futebol por parte dos clubes. O C13 não é independente, não atua apenas pensando na melhoria da situação dos clubes, não funciona como uma liga de fato.
Nos EUA, as ligas são empresas que têm os clubes como sócios e que, por causa disso, precisam dar lucro. A divisão do bolo de dinheiro arrecadado é feita de forma a todos terem o melhor nível de igualdade financeira para, então, aquele que for mais competente na esfera esportiva se sobressair. A lógica da meritocracia americana dita o funcionamento do esporte, tanto que o draft, que escolhe os melhores jogadores jovens para os times profissionais, ocorre de maneira inversa. Quem tem pior desempenho tem direito a ficar com o melhor jogador em seu time.
No futebol, em todo o mundo, a constituição do esporte é baseada, meramente, na força política das instituições. Ganha mais quem manda mais é a lógica que permeia a maioria das decisões do futebol.
O que acontece agora no Clube dos 13 é a essência dessa maneira de existir do futebol. A TV virou a desculpa para uma queda de braço política. Os dirigentes dos clubes não estão pensando com a cabeça no negócio. Não se debate o que vai gerar maior receita para os clubes no longo prazo. No discurso, porém, usa-se isso como argumento para um clube pender para um lado ou para o outro, mas não é a cabeça no negócio que determina o caminho a ser tomado.
Não tem como a comissão do C13 que discute as propostas das TVs ficar à parte da disputa política. Por mais que se tente chegar a uma definição tecnicamente melhor, a assinatura que vale é a do presidente do clube. E, como o dirigente tem de seguir a lógica do "pode mais quem manda mais", o impasse está criado.
Parece que agora o C13 racha de vez. E fica cada vez mais claro que o grande prejudicado, nisso tudo, será o futebol. A queda de braço política muito provavelmente vai culminar numa decisão inicial de intransigência de alguns clubes em assinar o acordo de TV. E isso deverá fazer com que, a princípio, nenhuma emissora esteja credenciada legalmente para transmitir a competição.
Enquanto os dirigentes acham maravilhoso elevar para quase R$ 700 milhões o valor recebido por todos os direitos de transmissão do Brasileirão, a NFL, liga mais profissionalizada do mundo, entra em 2012 com cerca de metade das transmissões na TV de um Brasileirão mas com receita de US$ 4 bilhões. Sim, é isso mesmo. Quase dez vezes mais do que o futebol brasileiro arrecada, mas tendo vendido apenas os direitos de transmissão para a televisão, sem contar internet, celular, pay-per-view, que geram alguns outros milhões para os cofres da liga...
A política contamina o negócio. Enquanto o modelo de gestão do futebol não for repensado, discussões vazias continuarão a imperar. E o produto futebol, sem valorização, continuará a achar que o que vale mesmo é ter alguns milhões no bolso sem se preocupar com a qualidade daquilo que se oferece para o público.
Por Erich Beting às 18h08
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
O Clássico em Vídeo
Participação especial de Obina!
Esse é com narração de Mário Henrique e homenagem especial ao final
Acho que não preciso dizer mais nada. Essas imagens valem mais que mil palavras.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Amanhã é dia de Clássico. Mas é um Clássico diferente!
"Domingo, eu vou pro Mineirão
Vou torcer pro time que sou fã
Vou levar foguetes e bandeiras
Não ser de brincadeira
Ele vai ser campeão
E eu não vou de cadeira numerada
Eu vou de arquibancada
Pra sentir mais emoção
Porque meu time bota pra f***r
E o nome dele a Galoucura vai dizer
Ooooo OooooOO OOoo ooo
GALOOOOO!"Pena que nesse clássico, essa música não vai ser cantada.
E que clássico e esse clássico, afinal!?
1. O jogo é sábado, e não no domingo, como sempre foi...
2. Vai ser em Sete Lagoas, e não no Mineirão, como sempre foi...
3. Tudo bem, que foguetes a gente sabe que é proibido, mas sempre teve, e bandeiras também, mas dessa vez, nem isso vai ter, já que o MP proibiu tudo, com sempre
4. Que arquibancada o quê! Hoje tudo é cadeira!
5. E o nome do nosso time, a Galoucura não vai dizer, porque, além de proibida de frequentar o estádio, o jogo ainda é só de Maria...
6. E vai ser só a segunda vez que vai ter mais maria que atleticano no estádio.
A letra da música entoada pela Torcida Alvinegra, deixa de ter sentido, diante de todas as mudanças que temos visto, e sofrido, no futebol mineiro recentemente.
Mas uma coisa não muda nunca, não deixará de ter o vigor de sempre, de transmitir a emoção de sempre.
No final, a única coisa que não muda nunca é a força do time, e a vitória do Galo, pra manter a escrita do Maior Time de Minas.
Vou torcer pro time que sou fã
Vou levar foguetes e bandeiras
Não ser de brincadeira
Ele vai ser campeão
E eu não vou de cadeira numerada
Eu vou de arquibancada
Pra sentir mais emoção
Porque meu time bota pra f***r
E o nome dele a Galoucura vai dizer
Ooooo OooooOO OOoo ooo
GALOOOOO!"Pena que nesse clássico, essa música não vai ser cantada.
E que clássico e esse clássico, afinal!?
1. O jogo é sábado, e não no domingo, como sempre foi...
2. Vai ser em Sete Lagoas, e não no Mineirão, como sempre foi...
3. Tudo bem, que foguetes a gente sabe que é proibido, mas sempre teve, e bandeiras também, mas dessa vez, nem isso vai ter, já que o MP proibiu tudo, com sempre
4. Que arquibancada o quê! Hoje tudo é cadeira!
5. E o nome do nosso time, a Galoucura não vai dizer, porque, além de proibida de frequentar o estádio, o jogo ainda é só de Maria...
6. E vai ser só a segunda vez que vai ter mais maria que atleticano no estádio.
A letra da música entoada pela Torcida Alvinegra, deixa de ter sentido, diante de todas as mudanças que temos visto, e sofrido, no futebol mineiro recentemente.
Mas uma coisa não muda nunca, não deixará de ter o vigor de sempre, de transmitir a emoção de sempre.
No final, a única coisa que não muda nunca é a força do time, e a vitória do Galo, pra manter a escrita do Maior Time de Minas.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
SOBRE A REPORTAGEM DA REVISTA PLACAR
Li a reportagem da Placar (Galo Forte e... Gastador), em que conselheiros questionam a origem do dinheiro que tem garantido as contratações recentes do Galo.
Sobre esse assunto há muita especulação, que vai desde a falta de renda para tal investimento, passando pela dívida acumulada que o cluube tem (285milhoes), chegando ao Ricardo Guimarães.
A respeito da reportagem, existem três pontos que gostaria de frisar:
1. Em 2006, durante o ano da horrível série B, ouvi, de gente de dentro do clube, que há uma articulação para que a titularidade do Diamond Mall seja entregue ao Ricardo Guimarães como forma de pagamento da dívida. Por isso, não acredito que isso seja só boato. Pode não ser crível, ou realizável, mas não pode ser classificiado só como boato. E o fato de o BMG render ao Ricardo Guimarães R$400milhões por mês de lucro, como disse o Kalil, também não é suficiente para deixar todos calmos em relação a essa possibilidade. Cabe ao Conselho Deliberativo, apenas, evitar que isso aconteça, para evitar a dilapidação de um importante patrimônio. Cumpre esclarecer que a investigação realizada pelo MP é extremamente bem vinda, considerando que não pode ser correto, fato que questiono desde 2005, Ricardo Guimarães emprestar dinheiro ao Galo como pessoa física, a juros de pessoa jurícia bancária, e o Presidente Ricardo Guimarães aceitar a assumir em nome do Galo tal obrigação. Nesse ponto, concordo com a reportagem: há de se fazer uma "devassa" nas contas da admininstração Ricardo Guimarães, como fizeram na de Paulo Cury, em que muitos podres foram encontrados, mas que nenhuma providência, visando o ressarcimento dos cofres atleticanos, foi feita.
2. É engraçado ouvir de João Batista Ardizoni, que era Presidente do Conselho Deliberativo quando o Zizóquio renunciou, essas "denúncias" sendo que ele mesmo "picou a mula" no momento da confusão. Teve a oportunidade de assumir as rédeas no CAM, e resolver tudo isso que agora denuncia, mas preferiu sair em férias... A mesma coisa pode ser dita do conselheiro Manfredo Palhares, cuja única lembrança que tenho deste cidadão é ter-se juntado a Juca Kfouri numa entrevista concedida a este em seu programa "Juca Entrevista" na ESPN, fazendo as mesmas denúncias que faz agora. Porém, assim como Ardizoni, jamais agiu de modo a assumir algum cargo em que pudesse, efetivamente, lutar por mudanças. Aí, e isso serve para os dois, só reclamação não faz o mundo mudar...
3. A atual "apatia" do Conselhor Deliberativo do Galo é estranha. Ao mesmo tempo em que tudo parece OK, aparecem alguns conselheiros e "botam a "boca no trombone", fazendo "denúncias" mas o Conselho nada faz. Parecem que foram alijados do centro do poder e, agora, querem voltar. Ora, se efetivamente há alguma irregularidade na gestão dos recursos e do patrimônio do Clube, cabe, exclusivamente, ao Conselho que sejam tomadas as devidas providências. Assim como o próprio Conselho Deliberativo fez em relação à admininstração Paulo Cury, em que foram descobertas diversas irregularidades, mas infelizmente não foram tomadas as devidas providências para reverter esse prejuízo. Se o Conselho, efetivamente, tem informações de que coisas não estão corretas, que investigue e puna os culpados, até o Kalil, se for o caso, mas não venham com esse espírito de fofoqueira da praça, para soltar informações em publicações esportivas que não têm qualquer compromisso com Galo e sua torcida.
Por fim, resta salientar que a reportagem comete pelo menos um erro, ao dizer que a dívida com Ricardo Guimarães seria impagável, pois, somente a partir de 2012, quando voltam a correr os juros previstos no acordo, é que o Galo pagará R$200mil mensais mais 15% do valor da venda de algum jogador.
Entretanto, e parece que a reportagem não sabe disso, é que os 200mil já estão sendo pagos. Ou seja, no período de moratória, que é de 24 meses, já estão sendo realizados, e até o fim da moratória serão 4milhoes e 800mil reais. Além do percentual da venda de jogador. Isso o Kalil disse na entrevista concedida à equipe do GaloCast.
Além disso, o Galo não fez grandes compras de jogadores. Boa parte assinou contrato ao fim de seus contratos com seus antigos clubes, como Leonardo Silva e Richarlysson. Ou seja, o CAM não foi às compras, já que as compras caras foram feitas pelo investidor parceiro do Galo, que é uma empresa criada pelo BMG para isso. E daí, isso é coisa normal no futebol de hoje.
O que parece é que a Placar, simplesmente, não tinha o que falar sobre o CAM, o que, efetivamente, lhe causa uma redução de vendas, já que o Galo vende. Por isso, pegou essas informações vazias e destoadas da realidade, com conselheiros integrantes da oposição ao Kalil, que apesar de terem tido a chance de mudar as coisas se omitiram, e fizeram uma reportagem bomba, até para compensar as denúncias que fizeram recentemente contra as marias, e assim, poder alavancar um pouquinho as vendas da revistas aqui em Minas.
Sobre esse assunto há muita especulação, que vai desde a falta de renda para tal investimento, passando pela dívida acumulada que o cluube tem (285milhoes), chegando ao Ricardo Guimarães.
A respeito da reportagem, existem três pontos que gostaria de frisar:
1. Em 2006, durante o ano da horrível série B, ouvi, de gente de dentro do clube, que há uma articulação para que a titularidade do Diamond Mall seja entregue ao Ricardo Guimarães como forma de pagamento da dívida. Por isso, não acredito que isso seja só boato. Pode não ser crível, ou realizável, mas não pode ser classificiado só como boato. E o fato de o BMG render ao Ricardo Guimarães R$400milhões por mês de lucro, como disse o Kalil, também não é suficiente para deixar todos calmos em relação a essa possibilidade. Cabe ao Conselho Deliberativo, apenas, evitar que isso aconteça, para evitar a dilapidação de um importante patrimônio. Cumpre esclarecer que a investigação realizada pelo MP é extremamente bem vinda, considerando que não pode ser correto, fato que questiono desde 2005, Ricardo Guimarães emprestar dinheiro ao Galo como pessoa física, a juros de pessoa jurícia bancária, e o Presidente Ricardo Guimarães aceitar a assumir em nome do Galo tal obrigação. Nesse ponto, concordo com a reportagem: há de se fazer uma "devassa" nas contas da admininstração Ricardo Guimarães, como fizeram na de Paulo Cury, em que muitos podres foram encontrados, mas que nenhuma providência, visando o ressarcimento dos cofres atleticanos, foi feita.
2. É engraçado ouvir de João Batista Ardizoni, que era Presidente do Conselho Deliberativo quando o Zizóquio renunciou, essas "denúncias" sendo que ele mesmo "picou a mula" no momento da confusão. Teve a oportunidade de assumir as rédeas no CAM, e resolver tudo isso que agora denuncia, mas preferiu sair em férias... A mesma coisa pode ser dita do conselheiro Manfredo Palhares, cuja única lembrança que tenho deste cidadão é ter-se juntado a Juca Kfouri numa entrevista concedida a este em seu programa "Juca Entrevista" na ESPN, fazendo as mesmas denúncias que faz agora. Porém, assim como Ardizoni, jamais agiu de modo a assumir algum cargo em que pudesse, efetivamente, lutar por mudanças. Aí, e isso serve para os dois, só reclamação não faz o mundo mudar...
3. A atual "apatia" do Conselhor Deliberativo do Galo é estranha. Ao mesmo tempo em que tudo parece OK, aparecem alguns conselheiros e "botam a "boca no trombone", fazendo "denúncias" mas o Conselho nada faz. Parecem que foram alijados do centro do poder e, agora, querem voltar. Ora, se efetivamente há alguma irregularidade na gestão dos recursos e do patrimônio do Clube, cabe, exclusivamente, ao Conselho que sejam tomadas as devidas providências. Assim como o próprio Conselho Deliberativo fez em relação à admininstração Paulo Cury, em que foram descobertas diversas irregularidades, mas infelizmente não foram tomadas as devidas providências para reverter esse prejuízo. Se o Conselho, efetivamente, tem informações de que coisas não estão corretas, que investigue e puna os culpados, até o Kalil, se for o caso, mas não venham com esse espírito de fofoqueira da praça, para soltar informações em publicações esportivas que não têm qualquer compromisso com Galo e sua torcida.
Por fim, resta salientar que a reportagem comete pelo menos um erro, ao dizer que a dívida com Ricardo Guimarães seria impagável, pois, somente a partir de 2012, quando voltam a correr os juros previstos no acordo, é que o Galo pagará R$200mil mensais mais 15% do valor da venda de algum jogador.
Entretanto, e parece que a reportagem não sabe disso, é que os 200mil já estão sendo pagos. Ou seja, no período de moratória, que é de 24 meses, já estão sendo realizados, e até o fim da moratória serão 4milhoes e 800mil reais. Além do percentual da venda de jogador. Isso o Kalil disse na entrevista concedida à equipe do GaloCast.
Além disso, o Galo não fez grandes compras de jogadores. Boa parte assinou contrato ao fim de seus contratos com seus antigos clubes, como Leonardo Silva e Richarlysson. Ou seja, o CAM não foi às compras, já que as compras caras foram feitas pelo investidor parceiro do Galo, que é uma empresa criada pelo BMG para isso. E daí, isso é coisa normal no futebol de hoje.
O que parece é que a Placar, simplesmente, não tinha o que falar sobre o CAM, o que, efetivamente, lhe causa uma redução de vendas, já que o Galo vende. Por isso, pegou essas informações vazias e destoadas da realidade, com conselheiros integrantes da oposição ao Kalil, que apesar de terem tido a chance de mudar as coisas se omitiram, e fizeram uma reportagem bomba, até para compensar as denúncias que fizeram recentemente contra as marias, e assim, poder alavancar um pouquinho as vendas da revistas aqui em Minas.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Hoje é o Dia Nacional do Fusca. Nossa Homenagem ao Nosso Irmão Menor
Hoje é o Dia Nacional do Fusca.
E todos os brasileiros conhecem o Fusca.
E quase todos os brasileiros tem alguma história ou relação com um Fusca.
Os mais, digamos, antigos, certamente que sim, com uma relação mais saudosista, de bons tempos que não voltam mais.
Aqui, nossas homenagens ao nosso irmão menor, com algumas propagandas antigas da VW.
E todos os brasileiros conhecem o Fusca.
E quase todos os brasileiros tem alguma história ou relação com um Fusca.
Os mais, digamos, antigos, certamente que sim, com uma relação mais saudosista, de bons tempos que não voltam mais.
Aqui, nossas homenagens ao nosso irmão menor, com algumas propagandas antigas da VW.
E quem ainda quiser saber notícias de encontros de Fuscas e outros VW antigos, acesse: http://www.clubedofuscabh.com.br/
Todo terceiro domingo no mês, o Clube do Fusca BH se encontra na Av. Prudente de Morais, encontro do qual já participamos. O próximo será dia 20/02/11:
Parabéns Fusca!
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
SÓ UM PITACO RÁPIDO.
O Blog da GaloKombi anda meio parado, aproveitando esse período de entressafra, após as contratações já realizadas e esperando o fim do período de especulações.
Muitos me perguntaram, via Twitter, o que achamos das contratações. Repito aqui o mesmo que disse a todos: só irei me manifestar após os amistosos e o início da temporada, para evitar a decepção ocorrida no ano passado com os craques que se revelaram cabeças de bagre...
Contudo, posso dizer o seguinte: o Galo trouxe um reforço (Richarlysson), três contratações (Toró, Magno Alves, Giovanni) e cinco apostas (Leonardo Silva, Mancini, Patric, Wesley e Jóbson).
Antes que me crucifiquem, explico:
Richarlysson prescide de explicações: bom preparo físico e boa técnica, já demonstrou seu valor no São Paulo.
Toró, Magno Alves e Giovanni, são complemento de elenco. Nenhum deles é o craque que desequilibra.
Leonardo Silva, Patric, Wesley e Jóbson são apostas, porque não se sabe o que poderão fazer. Leonardo Silva, é aposta por causa, apenas, da cirurgia, pois temos que considerar qual será o seu resultado. É, evidentemente, a aposta menos arriscada. Mancini também é aposta por causa de sua repatriação decorrente de más apresentações nas últimas temporadas. Embora tenha evoluído na Europa em relação ao que apresentou no Brasil, ficou nos últimos meses na reserva. Sinceramente, não sei o que esperar, por isso classifiquei sua contratação como aposta, no máximo, por enquanto, como complemento de elenco. Patric e Wesley são apostas porque são jogadores rodados que não estouraram em clube algum, no que podemos concluir que as chances de estourarem por aqui são mínimas, considerando a pressão que irão sofrer num time com a grandeza do Atlético. São apostas mais arriscadas, mas que possuem chance de êxito ou, pelo menos, de menor decepção. Já Jóbson é dinamite pura. Primeiro por causa do julgamento por dopping; segundo por seu histórico pessoal com noitadas, bebedeiras e drogas. É aposta arriscadíssima, daquelas que, se der certo, trará lugro magnífico.
Por isso, me acautelo em relação a esse início de 2011.
Estamos preparando, ainda, algumas mudanças no visual do Blog, com a ajuda do Lucas, do Fórum do Galo. Quando tudo estiver resolvido, e espero que todos gostem, retornaremos com força total.
Grande abraço.
Muitos me perguntaram, via Twitter, o que achamos das contratações. Repito aqui o mesmo que disse a todos: só irei me manifestar após os amistosos e o início da temporada, para evitar a decepção ocorrida no ano passado com os craques que se revelaram cabeças de bagre...
Contudo, posso dizer o seguinte: o Galo trouxe um reforço (Richarlysson), três contratações (Toró, Magno Alves, Giovanni) e cinco apostas (Leonardo Silva, Mancini, Patric, Wesley e Jóbson).
Antes que me crucifiquem, explico:
Richarlysson prescide de explicações: bom preparo físico e boa técnica, já demonstrou seu valor no São Paulo.
Toró, Magno Alves e Giovanni, são complemento de elenco. Nenhum deles é o craque que desequilibra.
Leonardo Silva, Patric, Wesley e Jóbson são apostas, porque não se sabe o que poderão fazer. Leonardo Silva, é aposta por causa, apenas, da cirurgia, pois temos que considerar qual será o seu resultado. É, evidentemente, a aposta menos arriscada. Mancini também é aposta por causa de sua repatriação decorrente de más apresentações nas últimas temporadas. Embora tenha evoluído na Europa em relação ao que apresentou no Brasil, ficou nos últimos meses na reserva. Sinceramente, não sei o que esperar, por isso classifiquei sua contratação como aposta, no máximo, por enquanto, como complemento de elenco. Patric e Wesley são apostas porque são jogadores rodados que não estouraram em clube algum, no que podemos concluir que as chances de estourarem por aqui são mínimas, considerando a pressão que irão sofrer num time com a grandeza do Atlético. São apostas mais arriscadas, mas que possuem chance de êxito ou, pelo menos, de menor decepção. Já Jóbson é dinamite pura. Primeiro por causa do julgamento por dopping; segundo por seu histórico pessoal com noitadas, bebedeiras e drogas. É aposta arriscadíssima, daquelas que, se der certo, trará lugro magnífico.
Por isso, me acautelo em relação a esse início de 2011.
Estamos preparando, ainda, algumas mudanças no visual do Blog, com a ajuda do Lucas, do Fórum do Galo. Quando tudo estiver resolvido, e espero que todos gostem, retornaremos com força total.
Grande abraço.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
AVALIAÇÃO GERAL DE FIM DE ANO
CONTRATAÇÕES
Fim de ano e começa-se o esporte preferido do momento: especulações.
Especialmente no Galo, que depois do orçamento milianário, nunca antes apresentado por uma diretoria, faz com que até Ibrahimovic tenha chance de jogar no Galo.
Kleber, Richarlyson, Jóbson, Toró, Rafael Moura, Juan, foram só alguns dos nomes.
Sinceramente, isso enche, tem hora.
Não havendo o que dizer, diz-se qualquer coisa, porque pelo menos vende. E em se tratando de Atlético vende-se mais.
Vamos aguardar, até porque, muitos desses nomes são apostas arriscadas, cuja análise é melhor fazer depois de confirmadas, inclusive, em relação aos que vão permanecer no elenco.
LIÇÕES DE 2010 PARA 2011
O que importa em 2011 é que as duras lições de 2010 sejam assimiladas para não que os mesmos erros jamais sejam repetidos, pois, o que vimos em 2009, foi o mesmo discurso padrão do futebol, demite-se o técnico que não deu resultado esperado, para que um novo time seja montado. E não estou falando de Luxemburgo, mas de Celso Roth, que chegou, assim como o pofexô, com um planejamento de dois anos, cujos bins resultados ocorreram logo no primeiro, criando uma enorme expectativa na massa que acabou não se confirmando, muito mais pela limitação, evidente, do elenco, do que pelo trabalho do técnico. O que não foi o caso do pofexô, que tinha um time muito mais técnico que o de 2009, mas que não trabalhava.
Resultado: Dorival Jr. será o responsável pelo novo planejamento, o do biênio 2011/2012.
Confio que o trabalho com ele dará resultados, como os apresentados no crucru e no Santos, até porque temos bons jogadores no nosso elenco, que só precisam ser bem treinados, o que não ocorreu em 2010.
NOTA ESPECIAL DE FIM DE ANO
Neste 2010 sofremos mais que tudo com uma nova e real ameaça de rebaixamento. Isso seria cruel com uma torcida tão apaixonada como a do Galo.
Estou falando de torcedores e não dos bandidos que estão mídia policial, pela morte do torcedor adversário que, se era flor que se cheire, também não merecia morrer daquele jeito. Esses bandidos tem que ser presos, julgados, condenados pela legislação penal e banidos do mundo do futebol, por envergonharem, diretamente, o nome do Atlético, e indiretamente, os torcedores ditos comuns.
Mas quero falar, aqui, de coisa boa. Do verdadeiro torcedor do Galo.
E nisso, tenho que mencionar o Fael, do Cam1sa Do2e.
Acredito que todos os passageiros da GaloKombi já conhecem seu site, e eventualmente devem ter cruzado com ele em algum estádio onde o galo jogava.
Presto uma homenagem a toda sofrida torcida atleticada em nome do Fael, que morando em Caratinga, viajava na perigosa 381, semanalmente, para ver o Galo jogar em Belo Horizonte, e agora, morando em Belo Horizonte, viajou semanalmente a Sete Lagoas e a Ipatinga (bem pertinho de casa) para ver o Galo jogar. Sem falar nos filmes produzidos e lançados no site.
Esse cara merece o respeito de todos nós, torcedores do Clube Atlético Mineiro.
FELIZ NATAL E 2011 COM MUITOS TÍTULOS
Com isso, a GaloKombi se despede de 2010, desejando a todos um feliz natal e um 2011 cheio de títulos, que é o que todos nós merecemos.
Fim de ano e começa-se o esporte preferido do momento: especulações.
Especialmente no Galo, que depois do orçamento milianário, nunca antes apresentado por uma diretoria, faz com que até Ibrahimovic tenha chance de jogar no Galo.
Kleber, Richarlyson, Jóbson, Toró, Rafael Moura, Juan, foram só alguns dos nomes.
Sinceramente, isso enche, tem hora.
Não havendo o que dizer, diz-se qualquer coisa, porque pelo menos vende. E em se tratando de Atlético vende-se mais.
Vamos aguardar, até porque, muitos desses nomes são apostas arriscadas, cuja análise é melhor fazer depois de confirmadas, inclusive, em relação aos que vão permanecer no elenco.
LIÇÕES DE 2010 PARA 2011
O que importa em 2011 é que as duras lições de 2010 sejam assimiladas para não que os mesmos erros jamais sejam repetidos, pois, o que vimos em 2009, foi o mesmo discurso padrão do futebol, demite-se o técnico que não deu resultado esperado, para que um novo time seja montado. E não estou falando de Luxemburgo, mas de Celso Roth, que chegou, assim como o pofexô, com um planejamento de dois anos, cujos bins resultados ocorreram logo no primeiro, criando uma enorme expectativa na massa que acabou não se confirmando, muito mais pela limitação, evidente, do elenco, do que pelo trabalho do técnico. O que não foi o caso do pofexô, que tinha um time muito mais técnico que o de 2009, mas que não trabalhava.
Resultado: Dorival Jr. será o responsável pelo novo planejamento, o do biênio 2011/2012.
Confio que o trabalho com ele dará resultados, como os apresentados no crucru e no Santos, até porque temos bons jogadores no nosso elenco, que só precisam ser bem treinados, o que não ocorreu em 2010.
NOTA ESPECIAL DE FIM DE ANO
Neste 2010 sofremos mais que tudo com uma nova e real ameaça de rebaixamento. Isso seria cruel com uma torcida tão apaixonada como a do Galo.
Estou falando de torcedores e não dos bandidos que estão mídia policial, pela morte do torcedor adversário que, se era flor que se cheire, também não merecia morrer daquele jeito. Esses bandidos tem que ser presos, julgados, condenados pela legislação penal e banidos do mundo do futebol, por envergonharem, diretamente, o nome do Atlético, e indiretamente, os torcedores ditos comuns.
Mas quero falar, aqui, de coisa boa. Do verdadeiro torcedor do Galo.
E nisso, tenho que mencionar o Fael, do Cam1sa Do2e.
Acredito que todos os passageiros da GaloKombi já conhecem seu site, e eventualmente devem ter cruzado com ele em algum estádio onde o galo jogava.
Presto uma homenagem a toda sofrida torcida atleticada em nome do Fael, que morando em Caratinga, viajava na perigosa 381, semanalmente, para ver o Galo jogar em Belo Horizonte, e agora, morando em Belo Horizonte, viajou semanalmente a Sete Lagoas e a Ipatinga (bem pertinho de casa) para ver o Galo jogar. Sem falar nos filmes produzidos e lançados no site.
Esse cara merece o respeito de todos nós, torcedores do Clube Atlético Mineiro.
FELIZ NATAL E 2011 COM MUITOS TÍTULOS
Com isso, a GaloKombi se despede de 2010, desejando a todos um feliz natal e um 2011 cheio de títulos, que é o que todos nós merecemos.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
KLEBER E RICHARLYSON
Nessa fase chata de especulações, os nomes de Kleber e Richarlyson são os que mais tem sido citados pelos torcedores e, ao mesmo tempo, os que mais criam celeuma, com argumentos diametralmente opostos, tomados de ira e desprezo.
O primeiro, Kleber, por sua recente passagem pelo crucru, em que suas atitudes em relação ao Galo geraram um ódio da torcida contra si, a ponto de muitos declararem que se ele for contratado não pisam no campo até sua saída.
Já em relação ao Richarlyson, a objeção é óbvia: sua alegada homossexualidade.
Contudo, acho que todas as avaliações estão equivocadas.
Em relação ao Kleber, acredito que o problema maior não sejam as ofensas que o mesmo fez a nós, nos clássicos disputados e nas entrevistas concedidas.
Acredito que o maior problema de sua contratação é sua conduta pessoal e profissional, apesar de ser um bom jogador, que transforma sua raiva em motivação a cada partida, o que é bom.
Kleber é um conhecido e reconhecido reclamão, um cara chato, murrinha. É conhecido pelo destempero em campo, pelas expulsões imbecis que sofre, causadas pela aceitação da provocação de seus adversários. Além disso é um reconhecido cai-cai, o que traz a ira dos árbitros, que leva, claro, a mais advertências e expulsões.
Além disso, seu passado profissional recente o prejudica: tanto no cruzeiro, quanto no Palmeiras, após desentendimentos (com diretoria, torcida, etc.), força sua saída. Some-se a isso as especulações de que esteja bichado.
O que quero dizer é: já pensou se ele vem, em momentos decisivos leva punições bobas e sofremos grande prejuízos? E quem garante que ele não vai se desenteder com a torcida, que não vai tolerar apresentações ruins, depois de "sofrido" na mão dele, e com isso ele começará o chororô via imprensa, "sugerindo" que sua saída será a melhor solução para todos.
O prejuízo será só nosso...
Quanto ao Richarlyson, o único problema que estão levantando contra ele são as suspeitas sobre sua homossexualidade. Ele treinando com a camisa rosa é a piada pronta que todas as marias querem.
Mas acredito que esse seja o mal menor.
Embora considere Richarlyson um ótimo jogador, ele também é inconstante, que toma atitudades "rebeldes" que acabam se tornando prejudiciais ao time. A sua última expulsão não entra nessa conta, já que esse jogo foi meio entregado ao florminense para prejudicar o gambárinthians. Mas o jogador já foi protagonista de cenas lamentáveis.
Se fossem opções, ou seja, ou um ou o outro, votaria no Richarlyson. Acredito que seja uma aposta menos arriscada que Kleber, já que o que temos que observar é a questão futebolística. As questões extracampo só devem ser consideradas se delas decorrer prejuízo ao clube dentro de campo. E nesse ponto Kleber é mais problema que Richarlyson.
Agora, a contratação do Kelber traria uma alegria pra nós: já pensou a quantidade de camisa 30 das marias que vão serr jogadas fora!?
O primeiro, Kleber, por sua recente passagem pelo crucru, em que suas atitudes em relação ao Galo geraram um ódio da torcida contra si, a ponto de muitos declararem que se ele for contratado não pisam no campo até sua saída.
Já em relação ao Richarlyson, a objeção é óbvia: sua alegada homossexualidade.
Contudo, acho que todas as avaliações estão equivocadas.
Em relação ao Kleber, acredito que o problema maior não sejam as ofensas que o mesmo fez a nós, nos clássicos disputados e nas entrevistas concedidas.
Acredito que o maior problema de sua contratação é sua conduta pessoal e profissional, apesar de ser um bom jogador, que transforma sua raiva em motivação a cada partida, o que é bom.
Kleber é um conhecido e reconhecido reclamão, um cara chato, murrinha. É conhecido pelo destempero em campo, pelas expulsões imbecis que sofre, causadas pela aceitação da provocação de seus adversários. Além disso é um reconhecido cai-cai, o que traz a ira dos árbitros, que leva, claro, a mais advertências e expulsões.
Além disso, seu passado profissional recente o prejudica: tanto no cruzeiro, quanto no Palmeiras, após desentendimentos (com diretoria, torcida, etc.), força sua saída. Some-se a isso as especulações de que esteja bichado.
O que quero dizer é: já pensou se ele vem, em momentos decisivos leva punições bobas e sofremos grande prejuízos? E quem garante que ele não vai se desenteder com a torcida, que não vai tolerar apresentações ruins, depois de "sofrido" na mão dele, e com isso ele começará o chororô via imprensa, "sugerindo" que sua saída será a melhor solução para todos.
O prejuízo será só nosso...
Quanto ao Richarlyson, o único problema que estão levantando contra ele são as suspeitas sobre sua homossexualidade. Ele treinando com a camisa rosa é a piada pronta que todas as marias querem.
Mas acredito que esse seja o mal menor.
Embora considere Richarlyson um ótimo jogador, ele também é inconstante, que toma atitudades "rebeldes" que acabam se tornando prejudiciais ao time. A sua última expulsão não entra nessa conta, já que esse jogo foi meio entregado ao florminense para prejudicar o gambárinthians. Mas o jogador já foi protagonista de cenas lamentáveis.
Se fossem opções, ou seja, ou um ou o outro, votaria no Richarlyson. Acredito que seja uma aposta menos arriscada que Kleber, já que o que temos que observar é a questão futebolística. As questões extracampo só devem ser consideradas se delas decorrer prejuízo ao clube dentro de campo. E nesse ponto Kleber é mais problema que Richarlyson.
Agora, a contratação do Kelber traria uma alegria pra nós: já pensou a quantidade de camisa 30 das marias que vão serr jogadas fora!?
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Sobre estádios, preços de ingresso e prejuízos
Depois de ler matéria do UOL Esportes, sobre os prejuízos de Altético, América e crucru, por causa da ausência do mineirão (quem quiser conferir clique aqui), já começo a pensar no preço dos ingressos para o campeonato mineiro, copa do brasil, brasileiro 2011 e, eventualmente, sulamericana.
Em 2010, o Galo passou a cobrar, no brasileiro e copa do brasil, ingressos mais caros, sob a justificativa de investimentos pesados no futebol. Ficou famosa a frase do presidente: "O ingresso é R$40,00 mas o Rever é nosso" (http://twitter.com/alexandrekalil).
Embora os investimentos tenham sido pesados, o resultado não veio, e preço dos ingressos despencou para justificar a ida da torcida ao campo, seja em Sete Lagoas, seja em Ipatinga. Até porque, o torcedor não quis pagar R$40,00 para assistir ao timinho que o Luxa colocou em campo, e ainda ter despesas de deslocamento, alimentação, golo, etc., fora o risco de vida de enfrentar essas estradas horríveis, com motoristas piores ainda, especialmente, na maldita BR381, em Ipatinga.
Considerando que o preço inicialmente praticado, R$40,00 a cadeira, e R$150,00 a cadeira especial, que de especial não tem nada, já que nem coberta é, fico pensando: quais serão os valores praticados para 2011?
O campeonato mineiro, tradicionalmente, tem um valor mais módico, por razões óbvias. Na copa do brasil, o preço, que já um pouco mais alto, ia recebendo aumentos progressivos na medida em que o Galo passava de fases. No brasileiro de mata-mata, a mesma coisa, mas a partir dos pontos corridos, o preço já era mais salgado.
Tudo feito em nome da necessidade de investimentos no futebol.
Tudo bem, vá lá. Mas, como toda regra de mercado, só haverá público para pagar caro se o espetáculo justificar o investimento, coisa que não ocorreu em 2010. Resultado: cadeira a R$5,00 (meia R$2,50) e a especial a R$50,00 (meia R$25,00).
Mas, mais que investimentos no futebol, o clube tem que considerar o conforto (ou a falta de) ao torcedor.
Pagar mais que R$20,00 na cadeira comum, e R$40,00 na especial, na Arena do Jacaré, é absurdo!
Mesmo com o time indo bem!
Afinal, ficar quarando no sol, ou ensopado na chuva, não justifica preço superior a esses. Até porque, além do ingresso, o torcedor ainda vai ter despesa de gasolina, ou passagem no ônibus ou van, e alimentação. Ou seja, sai caro pra qualquer um.
O Kalil tem que considerar isso, sim, afinal, é o torcedor a justificativa maior para o clube.
De que adianta cobrar caro, para o estádio ficar vazio!?
Em 2010, o Galo passou a cobrar, no brasileiro e copa do brasil, ingressos mais caros, sob a justificativa de investimentos pesados no futebol. Ficou famosa a frase do presidente: "O ingresso é R$40,00 mas o Rever é nosso" (http://twitter.com/alexandrekalil).
Embora os investimentos tenham sido pesados, o resultado não veio, e preço dos ingressos despencou para justificar a ida da torcida ao campo, seja em Sete Lagoas, seja em Ipatinga. Até porque, o torcedor não quis pagar R$40,00 para assistir ao timinho que o Luxa colocou em campo, e ainda ter despesas de deslocamento, alimentação, golo, etc., fora o risco de vida de enfrentar essas estradas horríveis, com motoristas piores ainda, especialmente, na maldita BR381, em Ipatinga.
Considerando que o preço inicialmente praticado, R$40,00 a cadeira, e R$150,00 a cadeira especial, que de especial não tem nada, já que nem coberta é, fico pensando: quais serão os valores praticados para 2011?
O campeonato mineiro, tradicionalmente, tem um valor mais módico, por razões óbvias. Na copa do brasil, o preço, que já um pouco mais alto, ia recebendo aumentos progressivos na medida em que o Galo passava de fases. No brasileiro de mata-mata, a mesma coisa, mas a partir dos pontos corridos, o preço já era mais salgado.
Tudo feito em nome da necessidade de investimentos no futebol.
Tudo bem, vá lá. Mas, como toda regra de mercado, só haverá público para pagar caro se o espetáculo justificar o investimento, coisa que não ocorreu em 2010. Resultado: cadeira a R$5,00 (meia R$2,50) e a especial a R$50,00 (meia R$25,00).
Mas, mais que investimentos no futebol, o clube tem que considerar o conforto (ou a falta de) ao torcedor.
Pagar mais que R$20,00 na cadeira comum, e R$40,00 na especial, na Arena do Jacaré, é absurdo!
Mesmo com o time indo bem!
Afinal, ficar quarando no sol, ou ensopado na chuva, não justifica preço superior a esses. Até porque, além do ingresso, o torcedor ainda vai ter despesa de gasolina, ou passagem no ônibus ou van, e alimentação. Ou seja, sai caro pra qualquer um.
O Kalil tem que considerar isso, sim, afinal, é o torcedor a justificativa maior para o clube.
De que adianta cobrar caro, para o estádio ficar vazio!?
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
O Poder do CAM
O Galo é, simplesmente, poderoso.
Tem o poder de mexer com toda a mídia. E agora, despertar a cobiça de vários clubes.
Primeiro, as atenções voltadas para a confirmação da permanência na série A, no jogo contra o Goiás. A atenção total da imprensa mineira. A mesma coisa com boa parte da imprensa nacional.
Agora, as especulações sobre as contratações para 2011.
Especulações que sempre fazem o Galo estar na mídia, especialmente agora, com o orçamento aprovado pelo Conselho Deliberativo, o que mostra, novamente, o poder que o Galo possui de concentrar as atenções de todos.
Dois exemplos: Juan, ex-flamengo, já está contratado; Diego Forlán é cogitado.
Muita calma nessa hora.
A atenção da mídia, e de vários clubes, já foi chamada.
Todos já estão atentos às movimentações do Galo, especialmente em razão da competência do Maluf, no garimpo de bons jogadores, o que faz dele o profissional mais cobiçado do futebol brasileiro.
Principalmente depois da aprovação unânime de um orçamento para o futebol de 100milhões.
Quantia suficiente para melhorar, e muito, o atual time que, conforme já disse neste espaço, se for bem treinado, bem preparado fisicamente, estará, sim, disputando títulos em 2011.
O ano que tem que ser o ano da virada, o ano da redenção.
Tem o poder de mexer com toda a mídia. E agora, despertar a cobiça de vários clubes.
Primeiro, as atenções voltadas para a confirmação da permanência na série A, no jogo contra o Goiás. A atenção total da imprensa mineira. A mesma coisa com boa parte da imprensa nacional.
Agora, as especulações sobre as contratações para 2011.
Especulações que sempre fazem o Galo estar na mídia, especialmente agora, com o orçamento aprovado pelo Conselho Deliberativo, o que mostra, novamente, o poder que o Galo possui de concentrar as atenções de todos.
Dois exemplos: Juan, ex-flamengo, já está contratado; Diego Forlán é cogitado.
Muita calma nessa hora.
A atenção da mídia, e de vários clubes, já foi chamada.
Todos já estão atentos às movimentações do Galo, especialmente em razão da competência do Maluf, no garimpo de bons jogadores, o que faz dele o profissional mais cobiçado do futebol brasileiro.
Principalmente depois da aprovação unânime de um orçamento para o futebol de 100milhões.
Quantia suficiente para melhorar, e muito, o atual time que, conforme já disse neste espaço, se for bem treinado, bem preparado fisicamente, estará, sim, disputando títulos em 2011.
O ano que tem que ser o ano da virada, o ano da redenção.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
GOIÁS COMPROVOU MINHA TEORIA
A vitória de virada do goiás sobre o Palmeiras, pela Sulamericana, decretando a eliminação do time paulista, serviu para demonstrar que a minha teoria, apresentada aqui alguns posts atrás, de que a reta final do brasileirão seria difícil.
O Goiás mostrou que não tem essa de jogo gaha antes de apitado o final da partida. Mostrou raça e brio, para, pelo menos, salvar o ano do rebaixamento, com um título internacional. Afinal, era só o que restava ao grupo, totalmente desacreditado após a confirmação do descenso.
Muitos já começam a comemorar por antecipação nossa permanência na série A pelo simples fato de se imaginar que o Goiás irá, no próximo domingo, jogar com o time reserva. Mas o resultado de ontem serve de alerta, pois, mesmo com time reserva uma surpresa bem desagradável pode nos ser apresentada no domingo, como o Palmeiras recebeu ontem.
Contra o Goiás, com time titular ou reserva, prefiro continuar na mesma direção que o Técnico Dorival Jr tem seguido: a da cautela!
Não tem nada ganho, nada conquistado, pois, embora sejam mínimas nossas chances de rebaixamento, elas ainda existem, e com a matemática não se brinca.
Como disse antes: esses próximos jogos são altamente traiçoeiros e caberá aos nossos atletas não se levar pelo oba oba da torcida. Jogar com seriedade e atenção é o mínimo que teremos pela frente, se quisermos, já no domingo, diange da MASSA, confirmar a salvação deste ano, de triste lembrança, pela omissão do pofexô e da diretoria.
O Goiás mostrou que não tem essa de jogo gaha antes de apitado o final da partida. Mostrou raça e brio, para, pelo menos, salvar o ano do rebaixamento, com um título internacional. Afinal, era só o que restava ao grupo, totalmente desacreditado após a confirmação do descenso.
Muitos já começam a comemorar por antecipação nossa permanência na série A pelo simples fato de se imaginar que o Goiás irá, no próximo domingo, jogar com o time reserva. Mas o resultado de ontem serve de alerta, pois, mesmo com time reserva uma surpresa bem desagradável pode nos ser apresentada no domingo, como o Palmeiras recebeu ontem.
Contra o Goiás, com time titular ou reserva, prefiro continuar na mesma direção que o Técnico Dorival Jr tem seguido: a da cautela!
Não tem nada ganho, nada conquistado, pois, embora sejam mínimas nossas chances de rebaixamento, elas ainda existem, e com a matemática não se brinca.
Como disse antes: esses próximos jogos são altamente traiçoeiros e caberá aos nossos atletas não se levar pelo oba oba da torcida. Jogar com seriedade e atenção é o mínimo que teremos pela frente, se quisermos, já no domingo, diange da MASSA, confirmar a salvação deste ano, de triste lembrança, pela omissão do pofexô e da diretoria.
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