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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

UMA PROPOSTA PARA UM NOVO CAMPEONATO MINEIRO

O início do ano é designado para a disputa dos deficitários, e muitas vezes inúteis, campeonatos estaduais.
Para os times pequenos, constuma ser a rendenção do ano, pois pode ser a única competição a ser disputada.
Para os grandes, é sinônimo de prejuízo: financeiro, material e moral.
Prejuizo financeiro, pois não gera renda suficiente, seja pela bilheteria, seja pela cota de TV, pois, ainda que a Globo tenha dado um aumento, depois de uma pressãozinha da Record, R$15milhões é pouco para o campeonato mineiro.
O prejuízo material é eventual, decorrente da lesão de um jogador, importante ou não, nos buracos desses campos horrosos do interior ou na entrada desonesta de um atleta do interior, ou do arquirrival, que sabe que nenhuma punição mais grave irá ocorrer.
Prejuízo moral, se não vencer o campeonato, o que sempre será obrigação.
Assim, entendo que seria o caso de se mudar a forma de disputa do Campeonato Mineiro, regionalizando-o.
Hoje a primeira divisão está divida em módulo I e módulo II, uma aberração total, já que se tem duas divisões (essa é que é a verdade) numa só, e, na minha opinião, as duas divisões deveriam ser unidas, dividindo-se a disputa entre os times de suas regiões. E, não havendo equipes suficientes para tanto, unindo as regiões próximas.
No Módulo I, hoje, estão: América, América/TO, Caldense, Boa, Galo, Crucru, Democrata/GV, Guarani de Divinópolis, Nacional de Nova Serrana, Tupi, Uberaba e Villa Nova.
No Módulo II, estão: Araxá, Formiga, Funorte, Ipatinga, Mamoré, Patrocinense, Poços de Caldas, Social de Cel. Fabriciano, Tombense, Tricordiano, Uberlândia e URT.
Ou seja, nos dois módulos estão times de todas as regiões do estado, que poderiam ser agrupados, disputando entre si uma única vaga um pentagonal final.
Explico:
América, Galo, Crucru e Villa Nova, que por ser de Nova Lima, ficariam na chave da Região Metropolitana. Se o Villa Nova não quisesse, por causa da pressão, poderia ser deslocado para outra chave.
América/TO, Funorte, Social de Cel. Fabriciano, Ipatinga e Democrata/GV ficariam da chave norte/nordeste/Vale do Aço.
Uberaba, Uberlândia, Araxá, Mamoré, URT e Patrocinense ficariam na chave do Triângulo, que poderia ser acrescida do Funorte, se este entedesse ser mais viável se deslocar para essa região que para Teófilo Otoni e as cidades do Vale do Aço.
Caldense, Boa, Poços de Caldas e Tricordiano, fariam parte da chave Sul.
E, finalmente, Guarani, Nacional, Formiga, Tupi e Tombense, formariam a chave Centro-Mata (Centro Oeste e Zona da Mata.
Assim, com as cinco chaves criadas acima, sairia um time de cada um, para uma rodada final, todos contra todos, e o campeão seria o que obtivesse mais pontos. Simples.
Poderia, talvez, a chave sul, ser juntada com a Centro-Mata, fornecendo essa chave 3 classificados, devido ao número de times, formando-se um hexagonal final. É uma possibilidade.
Com isso, com a disputa regional, os custos da disputa diminuiriam, com a redução de deslocamentos, viagens, hospedagens, etc., o que melhoraria as finanças do clubes. Além disso, haveria um acirramento da rivalidade regional, o que aumentaria a frequência do público nessas cidades, e na fase final apenas um dos grandes da Capital, que sempre tomam contam da festa final, o que poderia, em tese, facilitar a um time do interior conquistar o título estadual, coisa que não acontece desde a vitória do Ipatinga.
Na Capital, todos os jogos teriam casa cheia, pois seriam somente disputas de clássicos.
Cada chave poderia iniciar a disputa independentemente, podendo escolher as melhores datas e forma de classificação e enfrentamento.
Contra essa proposta pesaria o fato dos times do interior enfrentarem os grandes da capital somente uma vez, na fase final, aqueles que se classificarem, o que lhes prejudicaria a renda de bilheteria, já que quando os grandes vão ao interior a procura por ingressos é sempre maior. Mas, entendo eu, que isso pode ser compensado pelo acirramento da rivalidade regional, que também é chamariz de público, bem como o fato de que os grandes podem não ir a várias dessas cidades, pois a primeira fase do Campeonato Mineiro é de turno único.
Além disso, a FMF poderia premiar financeiramente os times do interior que passam à fase final (já que agora vende o "name rights" do campeonato ao BMG), assim como ocorre na Copa do Brasil pela CBF, o que certamente seria um importante instrumento de incentivo aos clubes.
Quanto a rebaixamento, esse seria simples: os dois piores, aí avaliados os resultados e critérios técnicos, de todos os times de todos módulos, seriam rebaixados, e os dois melhores da atual segundona (correspondente à terceirona), seria promovidos, alocando-os nas chaves que perderam clubes ou na sua região, podendo, a cada ano, serem readequadas as chaves, com a união de um grupo a outro, que é uma das primeiras hipóteses desta proposta, conforme afirmado anteriormente, o que não causaria prejuízo a nenhum time, já que isso poderia ser decidido na reunião do Arbitral.
De toda forma, ainda que a fórmula de disputa proposta aqui não seja a melhor, é necessário que se faça mudança nos estaduais, que estão esvaziados e sem importância, mas que não podem deixar de existir, por causa de sua tradição, mas, mais importante, por ainda ser o mais importante meio de surgimento de novos atletas.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

VOLKSWAGEN - IMAGENS DO PASSADO

O Dia Nacional do Fusca foi comemorado na última sexta-feira, dia 20/01/2012.
Mas mesmo assim, vale a pena conferir estas imagens antigas das fábricas da Volkswagen pelo mundo.


terça-feira, 17 de janeiro de 2012

2012 SEM EXPECTATIVAS

Decidi que em 2012 não criarei expectativas sobre o futuro do Galo.
Seja em relação ao plantel, seja em relação a títulos, seja em relação a organização administrativa, pois as razões pra isso já se apresentaram.
Em relação ao plantel, as supostas contratações pontuais não vieram.
Não me venham dizer que os contratados são os pontuais. Ter contratado pouco não quer dizer que são contratações pontuais. Significa dizer que foi o que deu pra contratar, sem entrar em leilão ou disputa com outros times. Como bem disse o Roberto do L&N, foram contratados aqueles que QUISERAM vir jogar no Atlético, e nada mais.
Contratações pontuais seriam, na minha opinião, aqueles que chegariam na condição de titulares para resolver definitivamente o problema das respectivas posições, ou seja, na atual situação do Galo, as laterais, o meio campo, o ataque e o goleiro.
Nenhum dos recém chegados está na condição de titular absoluto. O discurso é de "somar" e "garantir a vaga".
Ou alguém acha que Danilinho é solução definitiva?
Em relação a títulos, não acho que esse elenco seja qualificado o suficiente para garanti-los. A tão defendida manutenção da base, pra mim, não quer dizer nada, até porque ela se mostrou muito fraca em 2011. NÃO NOS ESQUEÇAMOS: LUTAMOS PARA NÃO CAIR.
Como dizer, então, que a base de um time que lutou para não cair é a garantia de um caminho mais fácil rumo aos títulos!? E, por favor, também não venham dizer que no segundo semestre essa base mostrou que tem qualidade! O segundo turno do campeonato brasileiro de 2011 mostrou, apenas, que há a possibilidade de se melhorar, o que não difícil, considerando a ruindade do que vimos.
E como dito acima, não vejo nos recém contratados, a princípio, a capacidade necessária para essa melhoria.
No tocante à organização administrativa, só vou dizer uma única frase: SÓCIO TORCEDOR!
Não ia ser apresentado até o fim da segunda quinzena de janeiro!? Então? Cadê!?
Podem me chamar de pessimista, mas prefiro ser pé no chão!