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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

UMA CELEUMA CHAMADA INDEPENDÊNCIA - 3

O assunto Independência ainda tá rendendo.
Confira o nosso último comentário acerca do assunto, desta vez no Galonautas, clicando aqui ou na nossa coluna no www.galonautas.com.br 
Acelera Galo!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

UMA CELEUMA CHAMADA INDEPENDÊNCIA - 2

Continuou rendendo a notícia sobre o contrato do Galo com a BWA que garante uma parcela do rendimento obtido pelo administrador do Independência. E nesse meio tempo, uma batelada de informações desencontradas, e muitas vezes incorretas, além de acusações de vários lados, muitas delas injustas e calcadas em boatos, inclusive de "ícones" do jornalismo nacional, sem falar de jornalistas rastaqueras, umbilicalmente ligados ao mundo azul, foram publicadas nos diversos meios de comunicação e mídias. Mas, ao fim do dia, em entrevista ao programa Bastidores da Rádio Itatiaia, acredito que o Presidente Alexandre Kalil conseguiu esclarecer tudo o que havia para ser esclarecido sobre o contrato,acabando por confirmar aquilo que o próprio João Vítor Xavier já havia dito ontem mesmo: o contrato é de parceria para exploração comercial e não de coadministração do estádio leiloado pelo Estado. E, de acordo com os termos do contrato, um contrato de sociedade em conta de participação, entre o CAM e a BWA, com o fim único de exploração comercial do estádio, à razão de 50% de participação de cada um, com previsão de distribuição dos lucros na mesma proporção. E ponto! Não há no contrato qualquer vinculação formal, de constituição de empresa com fins de administração do bem conhecido pelo Governo do Estado, conforme previsto no edital. Somente isso já seria suficiente para esclarecer todas as dúvidas que ainda pairavam, mas que ainda não foi suficiente para isso, com muitos dizendo que as cláusulas existentes no contrato poderiam invalidar o edital (e parece que já tem gente trabalhando pra isso...) Contudo, não acredito que isso possa acontecer, dada a clareza do contrato e dos termos do edital que, se no final ainda se mostrarem contraditórios entre sio, podem, apenas, serem adaptados, de modo que se adeguem sem quaisquer outras punições a quem quer que seja. E todos já estão cientes disso, sendo que todas as manifestações se mostrem como um chororô de quem ficou de fora da distribuição do filé e vai ter que ficar com o osso. E, óbvio, não estamos falando do América. O América tem todos os seus direitos inicialmente previstos no edital garantidos no contrato do CAM e BWA, pois caberá a esta o cumprimento das normas do edital, tanto assim que destinou a Galo participação de 50% nos seus 90%, já que, pelo edital, os 10% são do Governo e do América. E como íamos dizendo, o América tem 5% do lucro da BWA, e agora, com a freqüência da torcida do Galo, esses 5% serão sempre maiores que o mínimo de 150mil garantido por contrato. Quer coisa melhor? Só se fizésse um acordo nos mesmos moldes do Galo, o que o próprio América sabe não ter força econômica. Já em relação ao cruzeiro, o chororô é porque elas não tem a menor idéia do que pode acontecer, nem com o Independência nem com o Mineirão. E a perspectiva de ter que pagar para jogar no Independência, cuja expectativa era usar de graça, ou quase de graça como vinha acontecendo com o Mineirão, ainda mais nessa fase financeiramente conturbada, aliada ao fato do sentido de ter sido passado pra trás pelo arquirrival, torna tudo mais complicado, psicologicamente falando. Daí o porque de todas as frases de efeito e ameaças veladas dos membros da direção azul, apoiada, incrivelmente, por boa parte da imprensa. O estranho é ver que a imprensa, inclusive a de SP, questiona o acordo entre CAM e BWA sem saber direito orquestra acontece por aqui, mas, estranhamente, não questiona o acerto que viabilizou o itaquerão para o gambárinthians. A verdade é que o contrato, pelo que pude ver e analisar, não contém os vícios que estão dizendo por aí, e o que o Kalil, sua Diretoria e, especialmente, seu Departamento Jurídico, fizeram um excelente trabalho, e novamente, esta Kombi rende as devidas homenagens, pois, certamente, os frutos financeiros disso são muito rentáveis e, em sendo colhidos, sejam bem utilizados. Esperamos que esse papo chato sobre validade do contrato se encerre, e que o futebol dentro das quatro linhas volte à atenção de todos!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

UMA CELEUMA CHAMADA INDEPENDÊNCIA

A notícia bombástica de João Vítor Xavier, na Itatiaia, no fim da Turma do Bate Bola, e no Bastidores, e que praticamente acabou com a festa do Troféu Guará, de que o Galo "comprou" o Independência, já criou muito mais confusão que podíamos imaginar.
Ao vivo, no Bastidores, Kalil negou o contrato, Marcus Salum quase infartou, Gilván, com sua incrível batata quente na boca, quis puxar o saco e nos chamou de coirmãos, todos dizendo que o edital de concessão do Independência não permite que clubes estejam na administração de estádios oriundos da ADEMG.
Mas, de acordo com o João Vítor, nada disso vai acontecer. Ele foi bem claro em dizer que a BWA venceu o edital, e vai administrar o estádio, conforme determina o edital, e agora, já na condição de administrador, firmou uma parceria para ter os jogos do Galo no Independência.
O contrato da BWA com o América, que todos fizeram questão de dizer que foi muito bom, e é mesmo, garante um percentual do lucro da empresa, com valor mínimo de R$150mil por mês, já que tudo dentro do estádio era da BWA: comida, bebida, até o picolé que o Kalil tanto falou, estacionamento, etc.
E como a BWA teria algum lucro, se o estádio somente recebesse jogos do América? A princípio, até o fim da Copa do Mundo, não haveria problemas, pois todos os clubes jogariam lá!
Mas, e depois? A BWA estaria numa ferrada danada! Como ter lucro com um time que põe em campo, no máximo 3mil pessoas por jogo!?
A solução, claro, era o Galo e sua torcida, que vai a campo e consome muito, até porque, se o sócio-torcedor seguir os padrões do do Inter, parte dos ingressos serão vendidos, com preferência aos sócios, ainda haverá renda com a venda de ingressos.

E, de acordo com a informação do João Vítor, o Galo e a BWA vão ficar com a maior parte, sendo que o Estado de Minas Gerais e o América ficarão com a menor parte, mas terão suas partes respeitadas, nos exatos termos do que garante o edital.
E é isso!
Não haverá administração do estádio pelo Galo. A administração será da BWA. Ponto! Edital cumprido pelas partes.
A questão é mercadológica. A BWA precisava de alguém que fizesse, efetivamente, fazer o Independência dar lucro com o futebol, e não apenas com outros eventos, como shows, sermões da montanha, Axés e afins! Sim, porque, fora esses eventos, como dissemos anteriormente, o futebol é só o América, pelo menos a partir de 2014, e por mais 25 anos...
Só que, para ter o nome de um grande clube que possa lhe garantir essa renda/lucro, teve fazer várias concessões, sendo a principal é a participação na renda de tudo o que for comercializado no estádio e relativamente a ele.
E essa possibilidade já havia sido expressamente negada pelo Governo do Estado, que garantiu aos clubes, incluído a zona azul, PARTE da renda do estacionamento e dos ingressos. E só! Por isso, o acordo com a BWA se mostra muito mais interessante economicamente.
É claro que o dono do estádio pode fechar as parcerias que bem entender, desde que mantenha com quem lhe concedeu o direito de exploração, no caso, Minas Gerais e o América. Se isso for cumprido, e parece que sim, nenhum problema vai haver e a torcida do Galo já pode comemorar a antecipadamente a nova casa.
Foi isso que entendi de tudo isso, e por isso não vejo, do ponto de vista jurídico, apenas com essas informações, que pelo visto foram efetivamente obtidas no contrato, não tem qualquer implicação na norma do edital.
Bom, resolvida a questão da regularidade do negócio, vamos à análise do acordo.
Já vi gente na minha TL no Twitter e no Facebook escamando o Kalil, dizendo que pensar no Independência é pensar pequeno e, claro, muita mariada despeitada, dizendo que o Mineirão é delas...
Quanto a elas, ledo engano. Vão alugar o estádio, e só.
Quanto ao negócio com a BWA, e muita gente questionando o acordo, pelo tamanho do campo, pela possibilidade de público que o Galo sempre leva, e tal...
Só que, faça as contas: qual é a média de público do Galo nos últimos anos? Para se ter uma idéia, na melhor campanha recente do Galo, em 2009, nossa média foi de 20.518 torcedores. Cabe no independência. E ainda, nossa média de arrecadação foi de R$ 293.152,50. Ou seja, média de ingresso de R$14,28. Hoje, o ingresso já é de R$20,00. E pela média de público, de uma boa temporada, cabe no Independência. Essas informações foram obtidas aqui.
E, com esse "pouco" espaço pra torcedor, o sócio-torcedor vai fazer o Galo ter renda, com ou sem público, e não vai haver necessidade de venda de ingressos. Sem falar nas outras rendas que irão, diretamente, para o Galo, como dissemos acima, desde o picolé até shows na Arena.
Diante disso, a jogada de Kalil e da Diretoria foi de mestre. Isso ninguém pode negar. Esta Kombi vem criticando veementemente a administração Kalil no futebol, e levando com ceticismo a administração geral do Clube.
Mas esse contrato, acaso seja confirmado mesmo, é uma prova incontestável da competência da administração do Clube, e será a marca da administração Kalil, a melhor jogada já feita por um dirigente no futebol mineiro, o xeque mate incontestável. E nós somos obrigados a reconhecer isso.
Vamos aguardar o desenrolar dos fatos, que a meu ver, tem tudo para acontecer, mesmo debaixo de uma avalanche de críticas e processos judiciais, mas que no final só servirá para atrasar o Galo a por na mão na grana.
Por fim, sugiro, o nome batismo da estádio: sem "arena", sem "do galo", sem "BMG" ou "MRV".
Sugiro:
RINHA DO CARIJÓ


EM TEMPO:  fui alertado por um leitor aqui, e de fato há um erro na média de público do Galo no brasileiro de 2009, que foi de 38.761 nos jogos como mandante, com uma arrecadação média de R$554.164,37. O link da apuração é esse aqui. De toda forma, isso não muda a idéia do post de viabilidade da utilização do Independência e do programa sócio torcedor, pois, mesmo com esses "novos" números, a média do preço do ingresso permanece em R$14,29, sendo que hoje, para o mineiro, já é de R$20,00, e com o sócio torcedor a tendência é aumentar a arrecadação.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Comentário Rápido sobre CAMxAAC

O Galo venceu a Caldense em um jogo que, se não foi eletrizante, também não foi desesperador.
A coisa parece que está engrenando, mas ainda é cedo para saber se esses jogadores vão ser, efetivamente, aquilo que queremos em termos de conquistas de títulos e boas campanhas ao longo da temporada.
Mas é importante darmos tempo ao tempo, até porque, pelo desempenho de alguns jogadores (e você pode conferir a avaliação individual que fazemos no www.galonautas.com.br) mostra que os recém chegados estão, até agora, dando conta do recado.
Mas campeonato mineiro é só o campeonato mineiro, e o bicho pega mesmo é na Copa do Brasil e no Brasileirão. E é aí que vamos ver se vamos sofrer novamente, o que ainda acredito que sim, apesar do otimismo que mostrei acima.
De toda forma, é esperar pra ver se o técnico Cuca vai conseguir consertar esse time e apagar a mágoa da torcida, que ainda está forte, com aquele fatídico dia 04/12/2011.
Eu espero que sim, e torço pra que isso aconteça rápido, porque Belo Horizonte sem a demonstração de força e paixão da torcida do Galo é uma cidade muito sem graça, mais sem graça que o carnaval que é realizado por essas bandas.
Mas seguimos juntos, acelerando a Kombi e o Galo!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

GUARDEM ESSAS PALAVRAS (OU CONTRA O DISCURSO FÁCIL E PROMESSAS VAZIAS!)



"Minha expectativa para 2012, individualmente, é que consiga continuar dando seqüência no meu trabalho aqui no Atlético, em busca de títulos, para dar continuidade nas minhas convocações. Espero um ano melhor para mim e para o Atlético. Tive bons jogos pela seleção e acho que posso ter novas oportunidades, desde que tenha um bom ano com o Atlético" (Réver)

“Torcedor está no direito dele. Cabe a gente ouvir e entrar em campo concentrados, para não errar e assim ajudar o Atlético durante os jogos” (Renan Ribeiro)

“Devo alguma coisa ainda para os torcedores. Isso está no meu subconsciente, sei disso. Isso vai acontecer e aí vou ter o carinho e apoio do torcedor” (Richarlyson)

“Ainda olhei para o goleiro, no espaço que eu tinha, mas o importante é estar junto com o grupo, procurando buscar meu espaço para fazer os gols e ajudando a equipe de todas as formas” (Guilherme)

“Claro que o torcedor está magoado, chateado, a gente precisa do torcedor ao nosso lado, eles são importantes, mas aos poucos eles vão voltar para o nosso lado” (Pierre)

“Só com vitórias isso vai mudar, temos de vencer para apagar a desconfiança. Ninguém aqui está de brincadeira, todos nós somos sérios e queremos o torcedor ao nosso lado. Goleadas acontecem, ninguém queria levar, mas a gente tem de superar isso” (Leandro Donizete)

“Fico feliz pela vitória, pelo jogo, mas a gente tem muito que melhorar, para apresentar um futebol mais vistoso para ter a torcida do nosso lado” (Marcos Rocha)

“Temos de entender eles, é uma oportunidade que não vamos ter mais de rebaixar o rival, queríamos isso, mas é um jogo, ficou no passado, não podemos mais voltar, que eles possam descarregar a sua raiva, mas depois passe a apoiar o time, pois a gente precisa deles” (Werley)

“Temos que jogar com amor a camisa, disputando cada palmo do campo, cada bola dividida. Essa é a melhor resposta que podemos dar ao torcedor. É que nos queremos” (Cuca)

Todos conhecem os autores das frases acima transcritas.
E foram só algumas das diversas manifestações dos jogadores de intenção e comprometimento junto à torcida para realização de uma temporada bem diferente das anteriores.
Que os passageiros desta Kombi guardem essas palavras, para cobrar de quem deve ser cobrado ao fim do ano, caso não cumpram suas promessas.
Ou mesmo que essas palavras sejam guardadas para que possamos agradecer a cada um que efetivamente tenha, ao fim do ano, feito a sua parte, honrado esta camisa, e respeitado essa torcida, que só leva tapa na cara, mas mesmo assim, ainda permanece ao lado do time.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Parece que a paixão acabou

Passados 3 meses do duplo vexame histórico do Galo frente a bicharada, ouso dizer que a paixão do torcedor parece ter acabado, pelo menos por enquanto. Nesses 3 meses pude perceber que o torcedor não está tão entusiasmado quanto antes. Pode ser reflexo dos 6x1? Pode. Pode ser pela falta de confiança nesses jogadores e nas "contratações pontuais" que não inspiram a confiança na mudança esperada pela torcida? Pode! Mas o certo é que não vi, depois desses 3meses muitas camisas alvinegras na rua. Hoje é dia de jogo, de defesa da liderança do mineiro, e não há nas ruas aquele orgulho de se mostrar atleticana. Poucas camisas vi hoje. Assim como vi poucas na praia entre dezembro e janeiro. E o Sul da Bahia é território mineiro e, principalmente, atleticana! Eu mesmo só voltei a vestir uma camisa do Galo no domingo passado, para ver a estréia pouco empolgante do time. Dois dos outros três sócios da Kombi, nem isso! Não vestem o manto desde dezembro, e deixaram claro no encontro que tivemos ontem que estão muito decepcionados ainda. Por tudo isso, ouso dizer que a paixão do torcedor, se não morreu, arrefeceu, e muito! O amor ainda existe, mas se continuar esse repertório de ofensas que a cada ano somos obrigados a sofrer, pode acabar também, e aí pode ser tarde demais...