GaloKombi em vídeo

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terça-feira, 4 de setembro de 2012

CADEIA PARA A DIRETORIA AZUL!

Acabo de ler a seguinte notícia no blog do Chico Maia:

"A respeito de nota na minha coluna no O Tempo e Super Notícia, de ontem, o diretor de Comunicação do Cruzeiro, Guilherme Mendes, telefonou-me esclarecendo o seguinte: o que ele disse à Dimara Oliveira, em entrevista à Rádio Esportes FM, é que o Cruzeiro usará todas as defesas ao seu alcance no julgamento de hoje pelo STJD, no Rio. E que entre as peças dessa defesa, há um boletim de ocorrência da Polícia Militar, onde ela atesta que integrantes da Galoucura tomaram 49 ingressos da Máfia Azul; que nem ele nem ninguém pode dizer que foram atleticanos que jogaram objetos no gramado no clássico, em meio a quase 20 mil pessoas presentes no Independência, mas que há este registro de furto, em documento idôneo da PM, que será usado sim como uma das peças de defesa pelo departamento jurídico cruzeirense."

A íntegra do texto está aqui

MEU DEUS DO CÉU! ONDE VAMOS PARAR!?
Firmar um boletim de ocorrência hoje, não quer dizer nada!
Qualquer um pode fazê-lo, até mesmo após a data do suposto fato. Essas acusações do cruzeiro, sua diretoria e sua principal torcida, além oportunistas, e a mim parecem bem arranjadas, são gravíssimas, e ainda utilizam o poder público, por meio da PM, para criar uma farsa destinada a limpar a barra do time azul. Imputação falsa de crime também é crime.
Denunciação caluniosa!
Se eu fosse da Galoucura, e/ou do Atlético, tomaria as providências para que tais acusações fossem provadas. O STJD não pode permitir a defesa genérica do cruzeiro, com falácias e acusações sem provas. Isso só servirá para deixar acabar com a já ridícula credibilidade do tribunal. O pior é a imprensa, que parece estar mancomunada com o cruzeiro, divulgar esta tese que é, no mínimo, absurda, sem falar nas imputações criminais das mesmas.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Derrota na Liderança! - As notas de Galo x Gambás

A análise e as notas do jogo de domingo já estão no www.galonautas.com.br. Leia lá e comente aqui!

KOMBI: 55 ANOS DE LIDERANÇA!

Neste domingo 2/9, a VW comemorou a marca de 55 anos de produção da Kombi no Brasil. A van, produzida desde 2 de setembro de 1957, na fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, é simplesmente o veículo mais antigo em produção no país e um dos mais velhinhos "em atividade" no mundo – é o mais longevo da história da indústria automobilística mundial. Primeiro veículo produzido pela montadora alemã em solo brasileiro, o utilitário tem mais de 1,53 milhão de unidades produzidas.

Nesses 55 anos de Brasil, a van popular da Volkswagen nunca perdeu a liderança do segmento – a posição é mantida desde o seu lançamento. Em 2012, o utilitário já somou mais de 15 mil unidades, total que representa 39,4% das vendas do nicho. Em cinco décadas, a Kombi recebeu diversas atualizações. A última foi em 2005, quando o modelo recebeu o motor 1.4 flex arrefecido a água. Capaz de produzir 80 cv com etanol, o bloco ficou 34% mais potente e 30% mais econômico que o antecessor refrigerado a ar.

Os primeiros esboços da Kombi surgiram no fim dos anos 1940, pelas mãos do holandês Ben Pon, que desenhou em seu bloco de anotações um veículo utilitário baseado no Fusca. O nome vem do alemão Kombinationfahrzeug, que quer dizer veículo combinado ou multiuso. No início da década seguinte, a produção teve início na Alemanha. Entre as características inovadoras destacavam-se a carroceria monobloco, a suspensão reforçada e o motor traseiro, refrigerado a ar e de apenas 25 cv de potência. Anos mais tarde, ela desembarcou no país, importada pela Brasmotor, na época representante da Chrysler no país.

Em 1957, as primeiras unidades da Kombi deixavam a linha de produção brasileira, com 50% de nacionalização. O formato exótico, a estrutura robusta e o baixo custo de manutenção cativaram os brasileiros de cara. Também era fácil de manobrar e o modelo nacional era praticamente idêntico à versão alemã. O motor era um boxer de quatro cilindros, 1.200 cm³ com 30 cv de potência e estava associado a um câmbio de quatro marchas. A tração, traseira, demorava 25 segundos para levar a perua até 90 km/h.


Apesar da popularidade, o futuro da boa e velha Kombi ainda é incerto. Muitos apostam no fim da produção para 2014, quando entra em vigor a legislação que obriga a inclusão de freios com ABS e airbags para todos os veículos fabricados no país. 


Se no Brasil seu futuro é incerto, na Holanda seu comércio é garantido. A VW brasileira, única do mundo a ainda fabricar o modelo do mesmo jeito que era na Europa na década de 1970, ainda exporta a Kombi pra lá, a pedido, para que a mesma seja modificada e transformada em Camper Van, um tipo de Motor Home, com cama, fogão, pia, e outros acessórios para o uso em ambientes rurais/selvagens.

Se aqui ela acabar, pelas imposições da legislação, deixando saudade, seu futuro ainda está garantido na Holanda...