GaloKombi em vídeo

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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

AINDA SOBRE O STJD E SEU "AUDITOR"



A imagem acima estava no perfil do auditor relator do julgamento de Ronaldinho Gaúcho.
Explica-se, portanto, a razão do pedido de punição ao jogador do Galo.
Assim como a entrevista do Zinho, Diretor de Futebol, ao canal Fox Exports. (alguém explica a ele que a rivalidade de Atlético e Flamengo remonta aos anos 80, mais precisamente, 1980 e 1981, quando a arbitragem operou o Galo, fato confessado por Júnior esta semana, que no vôo com o repugnante José Roberto Wright, foi fazendo a caveira do Galo, e jogando-o contra nosso time), e não tem a ver com o timinho mequetrefe que ele dirige e que, se Deus quiser, irá ser rebaixado).
Mas a questão é que, se havia alguma dúvida quanto à ausência de isenção do mesmo, elas acabaram.
A imagem que ilustra este post, mostra bem isso, e mostra também, o clima que tomou o RJ e a instâncias que cuidam do futebol brasileiro, por causa da celeuma entre Ronaldinho e o queridinho flamengo.
Outros exemplos nós já tivemos: a demora na liberação para R49 atuar com a camisa do Galo; a mudança na data do jogo contra o Fla e a punição de ontem, mostram a vontade da CBF/STJD/Globo, na defesa do flalido...
Existe em Direito a arguição de suspeição, que, sem dúvida, é plenamente cabível ao caso.
Cabe ao Jurídico do Atlético, com base nesses novos documentos, pedir a suspeição deste auditor PARA TODOS OS JULGAMENTOS que envolvam o Atlético, R49 e os clubes do campeonato, a julgar para entrevista do Zinho ao canal Fox Sports.
E, na esteira, pedir a nulidade do julgamento de ontem, pela mesma razão!

O STJD É UMA PALHAÇADA DISFARÇADA DE TRIBUNAL

Os dias 09 e 10 de outubro de 2012 estão sendo dedicados a render as devidas homenagens aos senhores julgadores integrantes do STJD, devido à punição aplicada a Ronaldinho Gaúcho no lance com Kleber, na partida contra o Grêmio.
Um pé alto, tido como jogada violenta, sendo que nada foi marcado pelo árbitro, o sempre ruim, e por vezes, e nesse jogo especificamente, mal intencionado contra o Galo, Héber Roberto Lopes, que expulsou Cuca, por reclamação, apesar de ter respondido aos questionamentos de Cuca com sarcasmo.
Ora, se o árbitro, certo ou errado, nada apitou em campo, os integrantes do STJD se tornaram os apitadores de plantão de casos de urgência, para esse jogo!?
E conseguiram aplicar punição equivalente ao cartão vermelho não aplicado pelo árbitro!
É assim que funciona a Justiça Desportiva no Brasil!?
A carapuça de picaretagem já serve, há muito, ao STJD.
"Auditores" (esse é o nome correto, já que o STJD não é órgão do Poder Judiciário), é notoriamente conhecido pela defesa dos interesses do Eixo do Mal.
Os clubes de RJ e SP são evidentemente beneficiados há anos, e ninguém fala nada.
Desde sempre é assim.
Contra o Galo, poderemos listar vários casos.
Para ficar em um só, que citei no Twitter: em 1994, Atlético e Gambárinthians, disputavam, se não me engano, quartas de final, e no jogo de ida, no Mineirão, vencido pelo Galo por 1x0, Branco recebeu o terceiro cartão amarelo, e não jogaria o jogo da volta, no Pacaembu.
O que fez o Gambátrinthians!? Recorreu ao STJD e obteve um efeito suspensivo para o terceiro amarelo. Branco jogou, marcou um gol, e na soma dos resultados, fomos desclassificados.
DETALHE: o efeito suspensivo não é cabível para decisões tomadas em campo, somente contra decisões do próprio STJD.
Ou seja, o STJD alterou a interpretação para beneficiar a um time de SP.
Ontem, com Ronaldinho Gaúcho, o benefício voltou a ser para um time carioca, no caso o Fluminense, que disputa o título com o Galo.
Além de ser mais um capítulo da vingança eterna contra o Atlético, por parte dos órgãos que controlam o podre futebol brasileiro, pela saída conturbada de Ronaldinho do protegidinho flamengo...
Ora, a farsa está confirmada, porque a jurisprudência do próprio STJD, já aplicada em lances anteriormente levados à apreciação deles, não houve condenação: nem ao atleta, nem ao árbitro.
Alexandre Kalil tuitou que estava envergonhado de fazer parte do futebol brasileiro. Mas isso é pouco!
Com todo respeito, presidente, apenas se envergonhar, no twitter, não vai mudar essa podridão. Passou da hora do Galo voltar a ter força nos bastidores, perdida desde a briga pelas ligas. E cabe a você, apenas, isso!
A mariada foi forte nos anos 2000 por isso, porque dançou a música tocada pela CBF. Somente o torcedor pode ficar indignado na internet. Já você, presidente, não! Tá na hora de agir, especialmente nos bastidores.
Por outro lado, o jornalismo esportivo poderia fazer o mesmo papel do jornalismo investigativo. Enquanto a imprensa achar que só existe árbitros ruins, e não investigar as falcatruas, como deveria ser, o futebol continuará assim!
Foi assim que o Mensalão apareceu. Foi assim que Collor sofreu um impeachment!
Não será pelas mãos da torcida, nas redes sociais, sites e blogs, que haverá a mudança que todos desejamos.
Mas, se ninguém que tenha condições de agir, nada mudará....

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

POLÍTICA E FUTEBOL

Hoje, 03/10/12, o Presidente Alexandre Kalil publicou um vídeo em que pede votos para o Vice Presidente, Daniel Nepomuceno, candidato à reeleição como vereador em Belo Horizonte, o que rendeu inúmeros comentários nas redes sociais, tanto contra (a maioria) quanto a favor.
Os comentários contrários entendiam, em suma, que seria um absurdo os dois utilizarem o clube para realização de campanha política.
Com a devida vênia da maioria, embora não goste deste tipo de mistura, não vejo, tanto o pedido do Presidente, quanto a campanha do vice, como utilização do clube.
Na minha opinião, utilizar o clube seria utilizar de sua estrutura, seu dinheiro, seus funcionários, jogadores, para a campanha.
E, salvo melhor juízo, ou até que provem o contrário, isso não está acontecendo na campanha de Daniel Nepomuceno. Não vi na sede de Lourdes, no Labareda, na Vila Olímpica, na Cidade do Galo ou no Independência, faixas, banners, cavaletes, etc., com propaganda de Daniel Nepomuceno. 
E nem digam que quem distribui santinhos nas imediações do estádio conta como utilização do clube, pois isso não ocorre dentro do Independência, e vários outros candidatos também distribuem santinhos nos dias de jogos próximo ao estádio.
O exemplo oposto a isso é a campanha de Celso Russomano à prefeitura de São Paulo, em que a Rede Record, principal interessada, tem usado (como é de seu costume) a estrutura da emissora para fazer campanha, com a exibição exaustiva de imagens dele, além dos pedidos de votos pelos pastores e agregados nos cultos da Igreja Universal do Reino de Deus, controladora da emissora. Isso sim é utilizar da empresa/igreja para fazer campanha, direcionando recursos e profissionais em favor do candidato. E, como disse, não vi isso acontecendo em favor de Daniel Nepomuceno.
Se for assim, nenhum ex-jogador, como Reinaldo, João Leite, Heleno, e mais recentemente, Marques e Paulo Roberto Prestes, poderia se candidatar a qualquer cargo público, dado que suas imagens estarão, sempre, ligadas ao Clube Atlético Mineiro.
Da mesma forma, diversos jornalistas, apresentadores de TV, e um sem número de pessoas, como o Fulano do bar, o tiozinho da farmácia, o Rodriguinho da Kombi (não sou eu, já aviso, mas tem gente me zuando...), e várias outras pessoas que usam como referência seu bairro, seu trabalho, sua ocupação, também não poderiam se candidatar a qualquer cargo público.
Alexandre Kalil, tem o direito de pedir voto a quem ele quiser! Aécio Neves e Antônio Anastasia pedem votos para Márcio Lacerda e ninguém os acusa de usar o Senado e o Governo de Minas por isso, assim como Dilma pede voto para Patrus, e ninguém a acusa de usar a Presidência da República para isso!
Gilvan Tavares, como Presidente Maria pediu votos a Márcio Lacerda, integrando o acordo dos clubes de Minas, e ninguém o acusou de usar o Cruzeiro para isso. O mesmo vale para Patrus, com seus adesivos.
Porque que com o Presidente do Atlético tem de ser diferente!? Só porque ele é presidente de um clube de futebol? Não. Porque a Dilma pode!? Só porque ela é Presidente da República!? Também não!
QUERO DEIXAR BEM CLARO: NÃO ESTOU DEFENDENDO QUALQUER CAMPANHA, CANDIDATO OU CANDIDATURA!
Mas a patrulha ideológica que tomou conta das redes sociais tem acabar, porque cada um é livre para apoiar e pedir voto a quem quer que seja. Basta a você, eleitor, decidir da melhor forma possível quem será seu candidato.
Alexandre Kalil pode pedir votos para quem ele quiser. Só não, como disse antes, permitir a utilização dos recursos, funcionários, estrutura, etc., do Clube Atlético Mineiro. Mas se alguém souber ou tiver provas de que isso está acontecendo, que as apresente, pelo bem não só do Galo, mas pelo bem do processo eleitoral e da política de Belo Horizonte, que já anda mal há tempos...
E você, eleitor, que trate de escolher direito em quem vai votar no dia 07/10/12, para que coxinhas, aumentos dos próprios salários, aumentos de IPTU, excessos da BHTrans, não voltem a ocorrer na nossa já castigadíssima Belo Horizonte!