GaloKombi em vídeo

Loading...

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

CARTA ABERTA AO BAUXITA

Acredito todos os poucos passageiros da GaloKombi ouvem, acompanham, ou pelo menos, conhecem o programa 98 Futebol Clube, da Rádio 98FM.
O formato do programa, que tem a intenção de informar o ouvinte sobre os principais clubes mineiros, campeonatos, apresentando algumas notícias gerais e fatos curiosos sobre o futebol e outros esportes, é sensacional, e tem como ponto alto o bom humor, especialmente com time de perfeitos imitadores que fazem parte da trupe.
O Padre, na defesa do Galo e zoação de tudo e de todos, até do elenco do Galo; o Igor apresentando as notícias, fazendo um excelente trabalho como repórter, municiando até outros colegas sobre as categorias de base, tal como ficou consignado no programa de ontem, com a presença do Dudu, que confessou a ajudinha ainda na época em que este integrava a bancada do alterosa esporte, acompanhando jogos e treinos; além da "presença" dos inigualáveis Roberto Abracadabras, Miltão Riberão das Neves e do Albertinho Lumbriga. E ainda o apresentador Gilbert, que mesmo sendo atleticano, faz uma excelente mediação entre todos os clubes e integrantes, mantendo a imparcialidade do programa, da programação e da rádio.
Entretando, tudo que é bom sempre tem alguma coisa pra atrapalhar e não deixar ser perfeito...
O ponto, ou melhor, o DESTAQUE negativo é o sr. Bauxita.
Posso estar enganado, mas o acho um cara chato, mal educado e desrespeitoso. Sempre fazendo brincadeirinhas de mal gosto, com insinuações que a boa educação não permite que seja feita no horário em que o programa é transmitido.
Frequentemente o Gilbert para uns apertos pra dar uma segurada no cara, tamanho é o destempero desse senhor. Mesmo tendo o mesmo mote, ou seja, a defesa do crucru e a zoação do arquirrival, Albertinho Lumbriga e Miltão Ribeirão das Neves, não baixam o nível como o Bauxita o faz. Fazem suas piadas, mas sem a agressividade característica do Bauxita.
As constantes interrupções aos colegas são irritantes. Interrompe o Igor, interrompe a Nati, tenta fazer as imitações dos outros, atrapalha o andamento do programa, grita ao microfone, grita com os ouvintes, especialmente os adversários de seu clubinho azul. Tudo é motivo de piadinhas, mesmo aquilo que é informação, e que são sempre feitas nos momentos errados. Atrapalha o ritmo e o andamento do programa, perpetuando sua voz e comportamentos irritantes.
E, pecado dos pecados, fica fazendo uma "vozinha" ao fundo, trocando a letra da música da chamada do noticiário do Galo, tocada pelo Galo Rock Band (Atlético, gostamos muito de você, alegria de viver, vai jogar a série B...).
E no programa de hoje isso foi motivo de reclamação por parte do Igor. PQP! Finalmente alguém reclamou com ele.
Sinceramente, desculpem-me pelo desabafo, mas estou começando a ficar de saco cheio dos comentários e intervenções desse sujeito e já estou pensando em voltar a ouvir o Pânico na hora do almoço, quando vou e volto de casa (sim, eu consigo almoçar em casa!), pra não ter que passar a raiva e o incômodo que esse cara me faz passar. Lamento, mas penso assim, e estou usando este espaço para desabafar, que é o que me resta, além de mudar a estação...
Sei de muitas pessoas, atleticanos e mariazinhas, que deixaram de ver o alterosa esportes e agora o 98FC, por causa dele.
Bauxita, me desculpe, mas por mais que muitos digam que você seja boa pessoa, como o Igor já fez, diretamente a mim, e o Dudu, no programa de ontem, no 98FC, assim como na época em que integrava a bancada do alterosa esportes, sua atitude agressiva e desrespeitosa, que somente perde para o desclassificado do Serginho (que dispensa apresentações...), servem apenas para afastar as pessoas e o público de vc.
Bauxita, entenda uma coisa: no programa você não é torcedor. Você é apresentador e está aí apenas para informar. Seu comportamento é de torcedor, e de torcedor agressivo, de arquibancada, que não é onde vc está.
Aprenda com o Igor a separar o profissional do torcedor, a fazer comentários inteligentes, nos momentos certos. Aprenda com ele a fazer graça com o time dos outros com a devida sutileza. Não da forma agressiva como vc faz hoje.
Tenho certeza que todos irão ganhar: o programa, a rádio, os ouvintes e, especialmente, VOCÊ!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

10 NOTAS SOBRE ATLÉTICO X PALMEIRAS

1. Diego Macedo e Ricardo Bueno não tem condições de jogar no Galo.
2. Obina é o cara! Obina/2010 = Tardelli/2009
3. Se tivéssemos jogado com o time titular, ou com mais titulares, garantiríamos a classificação aqui.
4. Felipão está ficando gagá.
5. Arbitragem foi muito frouxa. No lance do penalti, que não foi, mas azar, tinha que ter dado uns 3 cartões amarelos e pelo menos um vermelho.
6. É gratificante ver a evolução de Diego Souza.
7. Renan Ribeiro vai pra seleção antes do Fabicha!
8. Neto Berola é garantia de velocidade no ataque, sua saída foi sentida ontem, mas ele ainda tem que ser muito bem treinado para não perder os gols que vem perdendo.
9. Daniel Carvalho deve pensar seriamente na sua aposentadoria.
10. Com Dorival Jr., 2011 será bem diferente.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Do Blog do Cosme Rímoli

Só o Capitão Nascimento e Dorival Júnior para consertar o estrago de Luxemburgo no Atlético Mineiro…

Dorival Júnior está fazendo o impossível para salvar o Atlético Mineiro do rebaixamento.
A começar por enfrentar o próprio presidente Alexandre Kalil.
O dirigente acreditava que a única solução para tentar consertar o estrago deixado por Luxemburgo seria dinheiro.
Estava disposto a pagar a maior premiação do Brasil se os seus jogadores conseguissem manter o clube na Série A.
Talvez até mesmo maior prêmio do que o futuro campeão do País.
Só que Dorival insistiu que o problema nunca foi dinheiro.
Mas a falta de comprometimento.
Luxemburgo escolheu atletas rodados e sem história de envolvimento com os clubes por onde passaram como reforços para o Brasileiro.
Dorival não sentiu maior emoção nestes jogadores depois da sua estreia com derrota para o Grêmio.
E tratou de mudar a filosofia de trabalho.
Ao contrário do que era com Luxemburgo, os treinamentos passaram a ser em dois períodos.
Principalmente pela manhã, coisa que não acontecia.
Dorival Júnior fez questão de comandar todos os treinos.
Inspirado em José Mourinho, Luxemburgo só assumia de verdade o treinamento nas sextas-feiras.
Dorival Júnior acabou com o falso glamour que tanto agradava Kalil.
Tratou de colocar em campo uma equipe competitiva, compacta, com forte poder de marcação.
E contragolpe em alta velocidade.
Viu a bobagem que era a estratégia anterior de tocar a bola com calma para tentar vencer o jogo apenas no talento.
O novo treinador percebeu que o time não estava mais acostumado a marcar, a brigar pela bola.
As cobranças passaram a ser tão duras quanto criativas.
Discretamente, ele deixou Alexandre Kalil e o diretor Eduardo Maluf longe dos vestiários.
Os palpites terminaram.
Os jogadores perceberam o forte comando de Dorival.
Forte o suficiente para acabar com o complexo de grandeza da diretoria.
Antes de sonhar em ganhar a Sul-Americana e sonhar com a Libertadores de 2011, muito mais importante era não ver o Atlético Mineiro rebaixado de novo para a Série B.
E o técnico conseguiu o impossível.
Convenceu Kalil a priorizar o Brasileiro de forma absoluta.
O dirigente aceitou, percebendo o quanto eram vazios os sonhos de conquista da América, a internacionalização do Atlético Mineiro, proposta por Luxemburgo.
O fundamental era continuar na elite dos clubes brasileiros.
E aceitou.
Tanto que Dorival Júnior, Kalil e até a torcida sabem, e não se importam, do enorme favoritismo do Palmeiras nas quartas-de-final da Sul-Americana.
Importante de verdade são as sete partidas que restam pelo Brasileiro.
A vitória no clássico contra o Cruzeiro, só com torcedores azuis, foi fundamental nesta corrida de recuperação.
Para entender a façanha, nada como desvendar o criativo segredo de Dorival Júnior.
Impressionado com os filmes Tropa de Elite e Tropa de Elite 2, o treinador fez um dos capitães do Bope que inspiraram José Padilha a dar uma palestra antes do clássico.
Paulo Storani foi para Uberlândia e insuflou os jogadores do Atlético Mineiro.
Eles entraram no Parque do Sabiá como se estivessem subindo o morro, sem medo de nada e de ninguém.
Se impuseram diante dos inimigos.
Chegaram até a estar vencendo por 4 a 1 o Cruzeiro, então líder do Brasileiro.
Jogadores malemolentes como Tardelli e Diego Souza pareciam outros em campo.
A palestra do capitão do Bope entrou no coração, na alma de Obina.
Assim Dorival Júnior está conseguindo a maior façanha do Brasileiro.
Está conseguindo ressuscitar o morto Atlético Mineiro de Luxemburgo.
Mostrar a grande bobagem que a diretoria do Santos fez ao optar por sua demissão em vez de punir Neymar como deveria.
E acordar Alexandre Kalil.
Quando o presidente do Atlético Mineiro for contratar treinador vai pensar no presente e não no passado, no currículo de quem vai comandar seu time.
Porque, se Luxemburgo continuasse, nem o Bope e a Swat juntos salvariam o clube da Série B...

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

COMO COMENTAR O CLÁSSICO QUE NÃO VI?

Simples,

Pela possibilidade de tocar a tensão que pairava sob a cidade;
Pela medição dos gritos nas janelas;
Pela euforia da torcida nas janelas no momentos dos gols;
Pela sirene acionada da viatura policial, comemorando o 3º gol de Obina;
Pelas mensagens enviadas no twitter;
Enfim, pela simples razão de ser atleticano.

Por isso, mesmo sem ter assistido o clássico, posso dizer que:
Foi o jogo da virada;
Foi o jogo de lavar a alma;
O jogo que puniu a soberba;
A partida que mostrou quem é a maior e melhor torcida de Minas;
Foi um jogo de demonstração de força e garra, como convém a Galo Doido;
O jogo de quase enfartar este missivista;
O jogo para extravasar o stress, a angústia e o sofrimento de uma nação;
O jogo para exorcizar o fantasma do "projeto".

Enfim, foi o jogo do ano! O Clássico da década, com vitória do Galo. Uma vitória com todos os ingredientes que estamos acostumados: raça, superação, sofrimento e, no final, a alegria incontida!

Obrigado Obina!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

ALERTA AO BRASIL PARA A COPA 2014 - texto retirado da Folha de S. Paulo de 14/10/10

África ignora legado da Copa-10
FUTEBOL
Liga local pouco utiliza estádios do Mundial, e, quando faz isso, eles ficam vazios

PAULO COBOS
EDITOR-ASSISTENTE DE ESPORTE

Não deu outra. Os enormes e luxuosos estádios construídos para a Copa do Mundo da África do Sul não servem para o futebol local.
A recém-iniciada temporada da liga sul-africana expõe essa cruel realidade.
Os clubes fogem das arenas do último Mundial. Das 96 partidas da liga até o final do ano, apenas 20, ou pouco mais de um quinto do total, foram marcadas para um dos dez estádios erguidos para o Mundial, que juntos custaram mais de R$ 4 bilhões.
Dos nove jogos realizados até agora em arenas da Copa, só a rodada dupla de abertura, disputada na Cidade do Cabo, teve um público bom.
Foram usados diversos tipos de promoção para a distribuição de ingressos, e 43 mil torcedores foram à partida, pouco mais da metade da capacidade do estádio.
Nos outros sete jogos, o público presente foi um grão de areia na imensidão das arquibancadas -a média ficou em 3,2 mil torcedores.
Segundo dados oficiais da liga sul-africana, o jogo entre Platinum Stars e AmaZulu levou só 200 pessoas ao Royal Bafokeng Stadium, que tem capacidade para 46 mil torcedores. No Mundial, abrigou até jogo da Inglaterra.
Principal palco da Copa, quando recebeu mais de 80 mil fãs por jogo, o Soccer City, em Johannesburgo, só abrigou um duelo da primeira divisão sul-africana. E apenas 5 mil pessoas viram o empate sem gols entre Orlando Pirates e Free State Stars.
Até estádios mais modestos, como o de Bloemfontein, foram preteridos por outros ainda mais espartanos.
Os clubes do país preferem estádios menores e mais próximos às suas sedes, diminuindo, assim, a chance de prejuízo. A própria federação sul-africana reconhece que os gastos com as instalações do Mundial são proibitivos para os padrões locais.
Só para a limpeza das arenas após os jogos, calcula a federação, é necessário um investimento, em material e contratação de pessoal, de pouco mais de R$ 45 mil.
Antes do início da temporada da liga, o futebol sul- -africano já dava sinais que é muito pequeno para os estádios do último Mundial.
Um torneio de pré-temporada com os oito melhores clubes do ano anterior não teve jogos marcados para os estádios da Copa. Os organizadores diziam que eles eram "muito grandes" para o porte do futebol do país.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

RESUMÃO

Em face do afastamento das atividades do dia-a-dia do blog, passo ao resumão dos fatos relevantes dos últimos dias, relacionados ao Glorioso.

Brasileirão 2010
O Galo começou a dar sinais de vida, com duas vitórias seguidas, sobre Corinthians e Atlético/GO. Empatou com o Ceará, algo que não podemos tomar como normal, e perdeu para o Inter, que seria um resultado possível/plausível, mas na nossa condição não poderia ter acontecido. Até porque, dava para ter segurado o empate.
Mas estamos aí, na luta, graças à intervenção de Dorival Jr, que veio demonstrar como se realiza trabalho sério, com competência e de qualidade, com respeito aos atletas, à direitoria e, especialmente, à torcida.
O que o Luxemburgo fez por aqui é digno de processo judicial, dada a quantidade de cagadas que deixou por aqui.

Luxemburgo
Por falar nele, vi a "entrevista" dele no "Bem, Amigos", do Galvão Bueno e seus asseclas baba-ovo participantes daquele circo. Uma entrevista em que nada de importante, incisivo, foi perguntado. Todo mundo na imprensa sabia de um monte de informações sobre a falta de trabalho dele no Galo. As noitadas, dele e dos jogadores, as rodadas de poker noite adentro e madrugada afora. Treinos em meio período, etc. Nada, absolutamente nenhuma palavra foi dita acerca desses assuntos. Apenas as amenindades de sempre e, claro, graças ao ridículo Renato Maurício Prado, muito, mas muito papo furado sobre o Flamíngua. Apenas o Galvão teve coragem de perguntar, mas bem de leve, sobre a sua tão decantada reciclagem e sobre o que aconteceu para as coisas não terem rendido como se esperava por aqui.
Aí ouvi a pérola das perolas já ditas por Luxemburgo. Depois de culpar o pão que caía com a manteiga pra baixo, da falta de fome dos jogadores, a culpa por tudo de errado que aconteceu por aqui foi da lesão, dele, não dos atletas. A lesão do técnico foi a culpada pela falta de rendimento/atividade do time... Mas, ao contrário do que pensa Tiririca, ainda ia ficar pior: ele confessou o que todo mundo já sabia, mas, claro, passou batido no programa: ele não treinava o time, e só passava na sexta-feira para dar "uma ajeitadinha" no time pro fim de semana. Confessou que deixou o time nas mãos dos assistentes (desde quando Rincón é técnico!?) e alegou que foi por causa da cadeira de rodas. Ora, faça-me o favor.
Quer dizer, confessou que ganhou sem trabalhar. Depois disso, só me resta perguntar: cadê o Departamento Jurídico do Atlético?

Sulamericana
Começou a fase internacional da Sulamericana. Depois de 10 anos o Galo realiza um jogo internacional. E foi bem, mostrando, de novo, a diferença que Dorival Jr representa nesse time. Apesar de não estar comentando jogos, já que falamos sempre as mesmas coisas, ontem pudemos confirmar a mudança de comportamento de Diego Souza e a importância de Obina para o ataque do Galo. 2x0 foi pouco, pois o Galo poderia ter marcado mais, muito mais. 2x0 foi pouco para que pudéssemos ir à Colombia à passeio. Mas tudo bem. A vitória serviu, principalmente, para dar moral contra o Avaí, no próximo domingo, a fim de garantir a reviravolta na nossa posição na tabela.

Clássico
Começou a palhaçada. Toda véspera de Atlético e Crucru é essa mesma ladainha. De ambos os lados. O Kalil sai falando um monte, inclusive de besteiras, que são retrucadas pela turma perrelista, que tomou conta do clube azul calcinha.
A última do momento, porém, começou com as marias, indicando o Parque do Sabiá como local da partida, em exercício do mando de campo. Do nosso lado, Kalil já disse que não aceita, em face do que ocorreu no primeiro turno. As marias retrucaram que o mando é delas e elas fazem o que quiser, onde quiser. Tudo bem, cada um sabe o c* que tem...
Mas a questão aqui é mais de ética, como bem lembrou Cristian Munaier, do Terreirão.
Na Turma do Bate Bola de ontem, Valdir Barbosa disse que não tem nenhuma ata determinando/obrigando a realização do jogo na Arena do Jacaré e por isso o Kalil podia espernear o quanto quisesse, que a decisão é do crucru, após a autorização da FMF/CBF. E que o máximo que poderia ser feito é garantir os 10% da carga de ingresso à torcida adversária.
Contudo, a posição defendida pelo Atlético é mais que correta. Não há obrigação aos clubes, mas há um acordo de cavalheiros. Na ata da reunião entre os clubes, o MP, a FMF e a Polícia Civil, ficou acertado o clássico em Sete Lagoas com torcida única, por segurança, o que foi aceito pelos dois clubes, e que os clubes envidariam todos os esforços para manter o jogo em Sete Lagoas.
O Galo cumpriu sua parte: realizou o jogo em Sete Lagoas. Agora faltava as smurfetes cumprir a sua e realizar o jogo no mesmo local.
Enfim, ética, que no futebol é uma palavra que está escondida no dicionário. E mais escondida ainda no cúpula crucruzeira, considerando que seu presidente está sendo investigado pelo MP...

sábado, 2 de outubro de 2010

É VENCER PARA SEGUIR RESPIRANDO

No dia do jogo contra o Ceará afirmei que esses dois jogos seriam decisivos para a intenção do Galo de permanecer na série A do brasileiro, pois afinal ambos são concorrentes diretos contra o rebaixamento.
E disse, ainda, que em caso de uma única derrota para qualquer um deles, uma abraço série A 2011.
Pois bem, o Galo empatou com o Ceará a água chegou no nariz.
A pressão só faz aumentar, e parece que o time vem sentindo isso. O medo de errar está estampado na cara dos jogadores. De todos, sem exceção.
Mas não há o que ser feito, senão vencer, para seguir respirando, e continuar a depender de nossas próprias pernas.
Hoje, contra o Atlético, que é Atlético, mas é de Goiás, é Atlético, mas o escudo é do São Paulo, e é Atlético, mas as cores são do Flamengo (que frankstein!!!), só temos que manter a escrita de seis jogos e seis vitórias.
É vencer, de novo os goianos, para seguir respirando.