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terça-feira, 9 de novembro de 2010

O Galo e a Sulamericana

A Copa Sulamericana, de patinho feio e torneio caça níqueis, se transformou na Luz Eterna que conduz à Salvação, digo, à Libertadores.
E, na visão do pofexô e do Presidente, com o elenco que estava sendo contratado, para a montagem de um supertime, que não concordei, porque já vi esse filme antes, era obrigação, questão de honra, ser vencido pelo Atlético.
Mas veio a dura realidade.
Realidade deduzida a partir do mau desempenho dos jogadores contratados, do técnico contratado, e da omissão da diretoria, que agiu tarde para curar o ferimento, jogando o Galo nas profundezas do abismo da tabela, que leva ao inferno da segundona.
E tal situação, associada a uma má preparação física, que só agora vem melhorando, mas que mesmo assim, ainda causa baixas, como no caso de Ricardinho, Fernandinho e Daniel Calvário, e até sustos, como nos casos de Diego Souza e Zé Luis, no último jogo, levou o Técnico Dorival Jr., esse sim, Técnico com letra maiúscula, a utilizar os jogadores não titulares, nas partidas da Sulamericana, a fim de poupar os titulares para o brasileirão, na saga de permanecer na primeira divisão.
E, como tudo o que diz respeito ao CAM, isso tem sido objeto de muita discussão, lógico.
Alguns dizem que não tem que poupar jogador, afinal, ganham muito bem pra isso e tem jogar mesmo, até porque, se for rebaixado, pelo menos tem condição de jogar a Libertadores no ano que vem. Além disso, afirmam, há ainda o risco de ser rebaixado mesmo com a mamata dada aos jogadores, e aí seria prejuízo duplo.
Já outros, dizem que tem que poupar mesmo, porque de que adianta jogar a Libertadores e disputar a segundona, pois, afinal, o prejuízo da segunda seria infinitamente superior aos benefícios da Libertadores. Além disso, como temos jogadores já desgatados fisicamente, decorrente da má preparação física da comissão anterior, o risco de novas lesões em jogadores importantes, como Obina, nessa reta final, traria o mesmo prejuízo duplo: nem Libertadores e nem Série A em 2011.
Os argumentos de ambos são bons, mas nos filiamos à segunda hipótese, defendida, não pelas mesmas trazões, claro, pelo técnico Dorival Jr.
Na nossa opinião, disputar a Séria A faz muito mais sentido, e rende mais para o CAM, do que disputar, correndo o risco de eliminação precoce, uma Libertadores disputando a Série B.
Não podemos correr riscos de novas lesões, especialmente em jogadores importantes, que possa prejudicar o nosso já prejudicado desempenho no campeonato brasileiro de 2010.
Nossos atletas já estão no seu limite físico, dada as circunstâncias do (mal) treinamento realizado ao longo dessa temporada pelo pofexô e sua turma. Volto a dizer: os, digamos, princípios de lesão, de Diego Souza e Zé Luis, no jogo contra o Santos, são um aviso do excesso de jogos diante de um preparo físico fraco, e não podemos correr o risco de perder esses jogadores, que bem ou mal, têm se esforçado para salvar o Galo. A mudança de postura do Diego Souza, por exemplo, é visível!
Vai que amanhã, considerando os interesses de diversos outros times que disputam posição com o Galo, Obina sofre uma lesão do tipo daquela sofrida contra o Guaratinguetá, que o afastou por mais de 6 meses de campo? Vai que o Réver sofre algo semelhante? E aí, como ficaríamos nos últimos 4 jogos do brasileiro, precisando de vencer 3?
Por essa razões é que acho que devemos poupar, sim, nossos titulares na Sulamericana.
Até porque, como vimos no primeiro jogo contra o Palmeiras, o time titular deles não é lá essas coisas não, e nosso time não titular é capaz de enfrentá-los de igual para igual. Basta concentração. Talvez, quando muito, uma substituiçãozinha no segundo tempo, tal como ocorreu no primeiro jogo, pra mudar o jogo pro nosso lado.
Mas desde que essa substituição não seja a entrada de Ricardo Bueno...

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