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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Vencemos a primeira batalha

Se estivéssemos em uma guerra, só pra usar termos militares, vencendo a primeira batalha.
Tomamos a vantagem do inimigo, ocupando boa parte de seu território.
Agora teremos que estar preparados para a resposta do adversário, que não será pequena.
Elas devem estar entaladas, no sentido literal, com as duas traulitadas que levaram, até porque, o gegé merrela, andou dizendo por aí que perder a libertadores era até certo ponto normal, mas perder pro Galo, uma partida ou o título, era inadmissível.
Então, é isso, novamente, a luta contra a soberba descarada do inimigo.
O Atlético fez, ontem, uma excelente partida, mesmo cometendo os mesmos erros básicos de sempre, mas demonstrando uma raça, uma vontade como não vimos antes em outros momentos.
A garotada da base, como convém à tradição do Atlético, mostrou suas qualidades ontem. Qualidades que, claro, ainda têm que ser desenvolvidas e melhoradas, tudo com calma e paciência, ainda que estes atributos faltem à torcida.
O trabalho de Dorival Júnior, após o período conturbado, vem sendo demonstrado rodada após rodada, e confio que os resultados irão aparecer, mesmo que não nesse ano de 2011, mas em 2012, certamente, se a diretoria não cometer outra insanidade de refundar o futebol do Galo, no início da temporada, tal como ocorreu em 2010 e na metade desse campeonato mineiro de 2011.


Em tempo:
1. Parece que, Graças a Deus, Carlos Alberto não virá. Pode ter até rendido na mão do Dorival Jr. quando estava no Vasco. Mas, convenhamos, jogou contra quem na série B e no carioca? Nessa toada, se formos analisar assim, até Bilú, Marinho, Éder Luis e Tchô renderam também. Como disse em texto anterior, Carlos Alberto sempre foi sinônimo de problema em todos os clubes por onde passou. E esse tipo de problema é algo que o Galo, efetivamente, não precisa nesse momento.
2. Obtive informações de que o Ricardinho tentou mandar sim na escalação do time do Galo e interferir no trabalho do Dorival. A trairagem a que o Dorival se referiu foi à sistemática intervenção dele nas escalações, tentando colocar alguns jogadores contra outros e contra o técnico. E um dos que era "barrado" por Ricardinho era justamente Mancini. Partiu de Mancini o contra ataque a Ricardinho. A coisa chegou a tal ponto que Ricardinho teria se recusado a jogar partidas em que Mancini fosse relacionado, escalado ou substituído.

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